Blogagem Coletiva do MI – Diferenças culturais na criação dos filhos

Nossa, faz um milênio que não participo da Blogagem Coletivas do Mães Internacionais. Também pudera, ando mais enrolada que linha em carretel…

Mas hoje tô de volta à ativa e o tema é quente =)

Poderia começar listando uma série de diferenças (boas e ruins), mas o post iria ficar muito longo, porque obviamente eu iria querer falar um pouquinho de cada item da lista. Entaaaaaaaão, resolvi escolher um item(zinho) só que já dá panos pras mangas.

Aqui em casa somos papai e mamãe brasileiros, ou seja, não há conflitos culturais entre os pais. Entretanto, morar fora significa muitas vezes ter que se adaptar à realidade local, aos costumes, e nesse caso, a forma de criar as crianças. É sobre isso que vou falar hoje.

E o assunto de hoje no The Jump é…

Criando os filhos sem babá

Antes que apareça alguém atirando pedras,  vou logo dizendo: está é a minha visão, a visão de uma “mãe internacional” brasileira, que por viver fora, leva uma vida muito, mas muito diferente da que se leva no Brasil (claro, existem sempre as excessões – eu mesmo conheço algumas tanto lá quanto cá).

Quando você escolhe morar fora do Brasil,  sabe (ou descobre rapidinho) que faxineira duas vezes por semana é coisa do passado e que se você tem uma ajudinha a cada 15 dias, levante as mãos pros céus e agradeça de joelhos. Ah, e se você acha que vai pagar a merreca que se paga no Brasil, haha, esquece, porque a hora (sim, é por hora!) aqui é bem salgada (e merecida, diga-se de passagem, porque ô trabalhinho pouco reconhecido!). E babá então? Ah, essa é uma gargalhada à parte. Dá pra ter assim eventualmente pra ir ao cinema ou jantar fora com o marido, mas contar com babá no dia-a-dia é absolutamente inviável.  Babá folguista então, nossa, é pra fazer o povo aqui rolar de rir.

Creche já é um serviço caro suficiente e o normal aqui é levar as crianças duas ou três vezes na semana por 3 ou 4 horinhas numa dessas creches subsidiadas pelo governo, que são muuuuuuuito mais em conta. Creche full time é tão caro que muitas vezes não vale a pena trabalhar fora e por isso muitas mães “preferem” tirar uma licença maternidade prolongada (e obviamente não remunerada). No nosso caso, como eu me dei o tal maternity leave prolongado, optamos por colocar os meninos numa creche privada 3 vezes na semana, full time, pra garantir a sanidade mental da mamãe aqui e também e principalente, pra que eles interajam com outras crianças e comecem desde cedo a aprender a conviver em sociedade, sabendo que não são o centro do universo.

Mas de um modo geral, as crianças passam sim, mais tempo com os pais, já que mesmo os que vão pra creche durante o dia, tem sempre os pais a noite pra dar o jantar, dar banho, contar a estorinha, colocar pra dormir… sem falar nos fins de semana, que quando muito contam com os tios postiços e os amigos da rua – mas papai e mamãe estão SEMPRE presentes.

Qual é o resultado? Papai e mamãe interagem muito mais com os filhos, claro.

Sinceramente não consigo me imaginar dependente de babá. Mas eu sei, eu sei que se eu morasse no Brasil, estaria trabalhando fora e acabaria precisando de uma mãozinha extra pra, por exemplo, ficar com as crianças depois do colégio. Sim, porque na primeira infância, creche neles! Na minha humilde opinião, criança deve interagir com outras crianças e não com a babá. Influência de adulto deixa comigo.

Não vou nem entrar no mérito da babá uniformizada, que tira folga de 15 em 15 dias (quando é substituída pela folguista) e que faz parte de todos os momentos da criança, até porque não quero transformar este post num pergaminho. Então vou me limitar a explicar de leve porque prefiro muito mais o jeito de criar australiano/americano/europeu.

Um

Aqui as crianças passam mais tempo com os pais. Mesmo as que vão à creche, quando chegam em casa, interagem mais com os pais. Papai e mamãe é que preparam a comida, alimentam, dão banho, contam estorinha, colocam pra dormir, levam à festinha…

Dois

A babá eventual (aquela que entra em cena de vez em quando papai e mamãe querem sair sozinhos e não tem nenhum amigo disponível pra deixar as crianças) não é vista pela criança como propriedade dela. Sim, se a babá é figura eventual, se come à mesa com a família, se não dorme no quarto dos fundos, e não age como súdita, ela é vista como uma pessoa da casa, que está no comando na ausência dos pais, o que lhe confere o direito de impor limites. No Brasil, em geral, as crianças são quem impõem os limites às babás – vocês acreditam que quando voltamos das nossas férias no Brasil, meu filhotinho mais velho me pediu uma babá, assim como quem pede um brinquedo? Fala sério! Mas tá vendo como precisa de muito pouco pra uma criança achar que isso tudo é normal?

Três

As crianças são mais independentes (aprendem a limpar a sujeira que fazem, a arrumar a própria bagunça…) e consequentemente são menos mimadas; Na boa? Até meu menorzinho, que nem fala ainda, já sabe que quando termina de tomar seu iogurte tem que jogar o potinho no lixo. Ele também come sozinho e cata os brinquedos quando acaba de brincar. Me digam se uma criança criada por babá age assim? Claro que não – salvo raríssimas exceções! E isso não é culpa dela, afinal, a babá é paga pra cuidar da criança e na mentalidade brasileira, criar não engloba educar e sim fazer tudo pela criança. Não é assim que eu educo, não é assim que a creche aqui ensina.

Quatro

As crianças aqui crescem sem dar importância à profissão da pessoa. Tanto faz se o sujeito trabalha na obra, se toma conta de criança, se é médico, carteiro, professor, encanador ou arquiteto. Inclusive, a menos que você viva num bairro muuuuuito chique, cercado por mansões (sim, porque até nos bairros chiques tem estúdios onde moram pobres estudantes que trabalham durante o dia pra pagar a faculdade), seu vizinho de porta pode ser a mesma pessoa que cuida do seu jardim. Claro, isso só é possivel porque a Austrália é um país desenvolvido, onde as pessoas, independente de com o que trabalham, ganham decentemente, o que dimiui as diferenças sociais. No Brasil, as crianças assimilam desde cedo as diferenças gritantes, o abismo social; pra elas é normal ir a uma festinha e ver a mesa das babás – aliás, elas nem enxergam isso.

Concluindo…

Por mais que eu morra de saudade da família e dos amigos no Brasil, sou muito grata por poder criar meus molequinhos numa cultura diferente da do Brasil, por poder estar mais perto deles no dia-a-dia, por não depender de babá, nem ter que conviver com essa segregação de classes absurda e que muito me incomoda. Aqui os pais é que levam os filhos às festinhas, ao médico, ao parquinho. Aqui os pais sabem mais sobre seus filhos do que qualquer pessoa (bom, pelo menos até se tornarem adolescentes, rsrsrs). E isso é motivo de sobra pra eu dizer que no caso da criação dos filhos, aceito de braços e coração aberto o jeito aussie (americano, europeu..) de ser.

É por essas e outras que eu e meu marido não conseguimos nos ver morando no Brasil novamente. Pelo menos não nessa fase da vida.

Em tempo:

Essa é uma visão genérica, baseada na minha observação sobre as crianças com babás no Brasil. Mas claro, eu conheço algumas poucas mamães por lá que se viram muito bem sem babá e outras tantas que apesar de precisarem de uma ajudinha extra, não deixam de ser super presentes na vida das crianças.

Ah, sim, eu não sou contra ter babá, mas gosto muito mais da vida que a gente leva aqui – apesar das aparentes dificuldades pela falta de ajuda.

Se quiser saber a experiência de outras Mães Internacionais é só clicar no link abaixo:

Blogagem Coletiva Mães Internacionais

 

 

bebezuco vai à creche… será?

Entre decidirmos que Bebezuco precisava ir a creche dois dias na semana (pra eu ter tempo pra me dedicar ao meu projeto) e conseguirmos a vaga, foi assim oh, vapt-vupt. Nem tempo tive pra me acostumar com a idéia.
Ontem foi o primeiro dia de adaptação, então lá fomos nós (eu e bebezuco) passar duas horinhas na creche pra ele ir conhecendo as “tias”, os amiguinhos, o espaço… e, claro, fazer um test drive no cardápio de terça-feira 😉
Ontem, fiquei o tempo todo com ele e foi tudo mil maravilhas. Primeiro ele começou tímido, agarrado no meu pescoço, mas aos poucos foi se soltando e fofamente explorando o baby’s room. Até liberou um sorriso aqui outro ali, que derreteram os corações das tias – good boy.
Na hora do rango, foi só alegria, o cardápio super nutritivo e variado foi aprovadíssimo pelo pequeno.
Mas não vamos cantar vitória antes do tempo… Na sexta iremos novamente e dessa vez deixarei o pequeno lá por uns 10 minutos pra ver qual é. A gente chega, eu fico uma meia horinha, dou uma volta no quarteirão e volto.
A beleza é que o big brother Vivi fica na salinha ao lado, no Kinder Room e tem “livre”acesso ao pequeno, então pode dar uma mãozinha no caso do bebê se sentir abandonado. Poxa, ter o irmão por perto é um luxo que o Vivi obviamente não teve quando foi sua vez.
Mas vamos devagar, porque meu coração de mãe está muito apertado. Infelizmente nessa vida a gente precisa fazer escolhas – alguma muito difíceis – e tive que decidir apresentar o pequeno à creche antes do desejado porque preciso de tempo pra colocar em andamento o projeto que, dando certo, me permitirá trabalhar e passar mais tempo com a família.
Aguardem os próximos capítulos 😉

Blogagem Coletiva das Mães Internacionais – “Quem Cuida dos Nossos Filhos” – Australia

Desde que abri a porta da minha vida pra maternidade, vi chegando com ela milhares de preocupações e ainda durante minha primeira gestação comecei a me inteirar sobre assuntos tais como parto, amamentação, alimentação, saúde do bebê, o que pode, o que não pode e o que depende. E acreditem, em meio a tantas novidades, o que mais me causou surpresa na época (quando ainda morava em Bloomington, IN, nos EUA), foi a dificuldade em encontrar vaga numa boa creche (ou mesmo numa creche fedorenta!).

Foi num desses cursinhos pré-maternidade, já no meio da gestação, que descobri o que na época achei um absurdo: “assim que você engravida, precisa procurar, encontrar e colocar o nome do seu filho na lista de espera por uma vaga na creche”, me contou uma colega de curso. Fiquei chocada e preocupada, afinal, precisava garantir que ao final dos 6 meses que planejava ficar em casa, teria uma boa creche pra deixar meu rebento e poder, com certa tranquilidade, voltar a trabalhar. Foi quando começou a maratona.

Foram várias as creches visitadas e pouquíssimas as aprovadas, e todas elas, todinhas mesmo, tinham a famosa lista de espera.
 
No fim das contas conseguimos vaga numa das melhores (e mais caras) creches da cidade, o que confortou bastante meu coração de mãe de primeira viagem, e quando chegou o grande dia, com um nó gigante apertando minha garganta, começamos a tal adaptaçãao. Encurtando uma historia longa, 3 meses após o primeiro dia, meu filho, com 9 meses de vida foi convidado a se retirar da creche, notícia que recebi com um telefonema logo após meu intervalo de almoço, tendo ao fundo um bebê aos berros (o meu, claro!). Quem me contactou foi a diretora, que me contou que há tres meses, ou seja, desde sempre, meu filho gritava daquele jeito, toda vez que não tinha atenção exclusiva. “Como assim? Por que levaram tanto tempo pra me avisar?”

Lembro bem que nos primeiros dias, me disseram: “ah, quem precisa se adaptar na verdade é a mãe, porque os bebês ficam ótimos”. Lembro também que nos dias, semanas e meses subsequentes, o relato do fim do dia era ensaiadamente o mesmo: “ah, o dia hoje foi bem melhor…” E, de fato, ele parecia gostar de lá.

O fato é que depois disso, comecei a trabalhar meio periodo, e revezar com o marido, que na época fazia doutorado, o que nos possibilitava uma flexibilidade maior nos horários. De manhã eu ia pro trabalho enquanto o marido tomava conta da cria e a tarde eu  o rendia, enquanto ele cuidava das suas obrigações de doutorando. Mas foi por pouco tempo, porque meses depois nos mudamos pro outro lado do mundo.

Dessa vez, como bons gatos escaldados, pesquisamos as creches e entramos na lista de espera bem antes de chegarmos aqui na Austrália e ainda assim, foram bons 10 meses aguardando nossa vaga, que a princípio nos dava somente dois dias por semana.

Por que pensar em colocar novamente meu filho na creche após a traumática experiência que tivemos?, você me perguntaria. Porque acho, sinceramente, que demos azar, e também porque acho muito mais seguro deixar meu filho numa creche do que com uma babá – a gente ouve tantas historias por aí – sem falar que dificilmente, uma babá fará mais do que tomar conta, dificilmente ela fará com meus filhos atividades que auxiliem no seu desenvolvimento. Pelo menos na creche (numa boa creche, claro), uma “tia” toma conta da outra, ninguém maltrata meu bebê (pra não falar das possibilidades mais escabrosas), existe uma importante interação com outras criancas e há tambem toda uma programação direcionada ao desenvolvimento dos pequeninos.

O que eu sei é que hoje posso estufar o peito e encher a boca pra dizer que estou extremamente satisfeita com a escolha que fizemos e quem toma conta do nosso filhotinho mais velho (de 3 anos e meio) são pessoas super treinadas e competentes, isso pra nao falar do carinho com o qual ele e todos os amiguinhos são tratados.

Nao bastasse isso, o programa da creche é tão completo, tão cuidadosamente pensado, que dá gosto de ver.
Todos os dias, os pais recebem um informativo ilustrado com  fotos das criancas desempenhando varias atividades e contando o que aconteceu no dia, mencionando cada criança. Um trabalho fantástico. Tão personalizado que, cada vez que leio uma passagem referente ao meu filho, por mais boba que seja, fico emocionada.

E a alimentação? Nota 1000! Super saudável e balanceada, é produzida lá mesmo, diariamente. Nada de potinhos, nada de fritura, nada de salsicha, pizza ou nuggets.

Nao tenho a menor dúvida que meu filhote é super bem cuidado e, mais do que isso, super bem conduzido. Vale cada centavo dos mais de 80 dolares diarios* que nos cobram. O Vivi simplesmente adora ir a creche.

Já meu segundinho, aos 8 meses ainda nao foi apresentado à escolinha, muito embora tenha entrado na lista de espera quando ainda não tinha nem 8 semanas no útero (gato escaldado, parte II). Não porque ainda não tenha surgido vaga, porque até surgiu, mas gente, eu estou em casa faz tanto tempo, que decidi que nao me custa ficar mais um poquinho e garantir que ele estará mais maduro pra encarar a famosa atenção dividida, porque muito embora baby Nick seja muito mais tranquilo do que foi o baby Vini, não quero arriscar um segundo trauma no mesmo tema, vou resguardar meu coração pra outros sustos, pois certamente, sendo mãe de dois meninos, muitos ainda terei.

Quem cuida do meu bebê por enquanto sou eu, que sou doidinha e faço mil atividades com ele, brinco, passo sempre a pomadinha contra assadura a cada troca de fralda, faço comidinha gostosinha, ponho pra dormir com musiquinha, se por ventura ele demora um pouquinho mais a acordar, vou checar se ele está respirando (não, isso não é exclusivo a mães de primeira viagem)… Mas meu kinder boy vai a creche feliz da vida desde os quase 2 anos de idade. E quando chegar a hora, meu bebê também irá. Até lá, haja criatividade pra entretê-lo.

Ah sim, recentemente, meu kinder boy passou a ficar em casa duas vezes na semana (pra que eu possa também ter um quality time com ele), e nos outros 3 dias, ele segue passando o dia inteiro na creche, afinal, aos quase 4 anos, precisa cumprir suas obrigações com o programa de kindergarten 🙂

*Sem querer abusar do tamanho do post, mas já abusando, pra você que chegou até aqui, só queria acrescentar que uma das belezas de morar na Austrália é que o auxilio recebido do governo é fenomenal. Dá gosto pagar imposto alto, porque sem dúvida nenhuma, a gente vê com o que é gasto o dinheiro, especialmente quem tem filhos. Um dos muitos benefícios de ser residente permanente aqui é receber um mega abatimento nas mensalidades da creche.

fotos retiradas de um dos informativos diarios da creche

E pra fechar, quem quiser ler mais opniões de mães pelo mundo afora é só dar um pulinho no Mães Internacionais, que hoje está rechedo de publicações sobre o tema.

quem vem primeiro, o ovo ou a galinha?

Colocar o Vinny na creche requer que eu arrume um emprego e arrumar um emprego, requer que o Vinny esteja na creche.
Alguem tem uma receita magica que resolva meus problemas?
Claro que, fossem somente estas duas variaveis, nao seria assim tao complicado, no entanto some a isso o doce fato de que as creches tem uma lista de espera gigante e somente para 2010. Nao bastasse ser nada trivial sincronizar os eventos de arrumar um emprego e colocar o Vinny na creche, ainda temos que contar com a sorte de conseguir uma vaguinha pra ele, pagando a bagatela de cem dolares por dia, repito: CEM DOLARES POR DIA!
E quando eu lembro que reclamava dos 900 dolares mensais que pagava em Bloomington… pffff… Agora serao mais de dois mil, Cristo amado!
O vinny tem que ir pra creche pra que eu possa trabalhar ou eu tenho que trabalhar para que o Vinny vah pra creche?

as descobertas continuam

– A preco de banana aqui, nem banana (a mais barata custa 3 dolares o Kg!)
– fila de espera nas creches podem levar de um a um ano e meio!
– se tivessemos chegado aqui ha seis meses, eu jah estaria empregada, como chegamos agora, pode ser que leve 6 meses no minimo pra que as coisas comecem voltar ao normal.
– eu, definitivamente nao nasci pra essa vida de housewife :(. Feliz das maes que tem saude mental pra ficar com seus filhos 24 horas por dia, todos os dias. Eu nao tenho!
– no mercado tem, sim, carne de canguru (nos ainda nao tivemos coragem de comprar)
– (dizem que) peixe aqui eh bem em conta
– nesta terra tem caqui!!!!!!
– no fim de feira tem promocao e os vendedores ficam gritando : “carne moida, soh 2 dolares! pra acabar!” =)
– alias, confirmamos que frango aqui eh, sim, artigo de luxo (justo nosso bom e velho frango, tao comido nos EUA, a precos super simpaticos…). No Mc Donald’s uma caixinha com 10 nuggets custa 6 dolares!
– carne barata eh carne moida (as carne aqui eh bem melhor do que nos EUA… e, sejamos justos, mais barata tambem)
– aqui se negocia precos. Seja comprando moveis, eletro domesticos, carro ou bicicleta.
– o metro eh super eficiente
– o tram eh lento
– o onibus eh tao ruim, que o governo estah ateh investindo em propaganda pra fazer com que as pessoas usem mais. Vive vazio.