Os últimos dias: Bali belly (será?)

p1060883Nossos últimos dias foram na Villa. Não teve passeio, não teve praia. Passei tanto, mas tanto mal… Após nossa aventura culinária, minha barriga inchou de tal maneira que mais parecia que eu estava grávida de 4 meses. E não estou exagerando. Barriga grande, esticada, parecia um tambor. Algo de muito errado estava acontecendo aqui dentro. Visitei Mr. Toilet durante a madrugada e ficamos bem amigos. Na manhã seguinte estava melhor, a barriga voltou ao normal, mas depois das conversas da madrugada com Mr. T, eu não quis arriscar sair de casa por muito tempo e acabamos só saindo para almoçar e dar uma voltinha por perto mesmo. Aliás, pela primeira vez, voltamos para casa à pé (do almoço na avenida principal em Sanur), 25 minutinhos de caminhada totalmente entre os locais, caminhando pelas ruas sem calçadas, passando pelas casas e comércio locais (cada birosquinha digna de cidadezinha do interior do nordeste), sentindo o cheiro da comida de rua e até, dando de cara com um rato grande e cinzento que passeava entre o lixo acumulado na valeta de escoamento de águas pluviais. Sim, a valeta é aberta. Sim, ela ocupa 70% do que seria a calçada. Não, a área não é uma favela e conta, inclusive, com várias Villas ao longo do caminho. Vai entender?

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Anyway, meu mal estar passou, né? Não, não passou, só deu uma pausa. A noite chegou e minha barriga voltou a inchar. Dessa vez, parecia uma barriga de 5 meses. O estômago doía muito, uma dor desesperadora na boca do estômago que emendava com um enjôo horrível que atribuí à sobremesa do almoço já que só de lembrar dela ou pensar em doce, me dava vontade de vomitar. Mas não vomitei e talvez tenha sido este o maior problema. Na verdade é muito difícil eu vomitar. Às vezes fico com um enjôo mortal, mas não vomito. Durante minhas duas gestações, fiquei super enjoada nos primeiros meses, mas nunca vomitei. Tenho verdadeiro pavor de vomitar.

Anyway, fiquei mal. Tão mal que fui dormir cedo. Entrei no quarto, liguei o ar, me encolhi na cama e só acordei hoje de manhã.

Acordei cansada, ainda com dor no estômago e enjoada. Não tomei café da manhã, não almocei. Só dormi (mentira, também troquei uma ideia com Mr. T). Já no meio da tarde, levantei da cama me sentindo melhorzinha, ainda com dor, mas melhorzinha. Água ainda me enjoava, então fiquei na água de côco.

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O estranho é que só eu passei mal. Outra coisa curiosa é que o mal veio em doses homeopáticas, um pouco num dia, outro pouco no outro (I wonder como estarei amanhã). Meu maior medo é que isso não passe e eu me sinta mal no vôo de volta. Oremos.

Para me despedir de Bali, fiz minha última massagem (que aliás, super recomendo!) e para encerrar nosso último dia, saímos para jantar – sim, eu ainda estou mal, mas tô tão fraca que precisei sair para comer. 

Hoje preferimos ir a um restaurante western, normalzinho, um italiano bem gostosinho, generoso (geralmente as porções, aqui em Bali, são pequenas. Lá não.), ambiente super agradável, com música ao vivo e muito, muito, muito barato. Concluímos que só pode ser lavagem de dinheiro 😛 Para ter uma ideia, de entrada, trazem pães variados, azeite, balsâmico e bruschettas for free! Doido, né?

Apesar da minha beringela estar divina, não consegui comer nem a metade, infelizmente. Odeio não conseguir comer, rs

Voltamos para casa para pegar nossa bagagem e partir pro aeroporto. As férias acabaram 😦

Pegaremos o avião à meia-noite para chegar pela manhã em Melbourne. Tô com um misto de tristeza e frio na barriga só de pensar o que nos aguarda. A correria da mudança, tudo o que temos que fazer ainda. É tanta coisa, que eu fico até tonta. Sabia que nem o visto para a Coréia tiramos ainda? Pois é. Vamos do aeroporto direto pro consulado, rezando para que tudo dê certo e nosso visto chegue em tempo. 

Por que deixamos isso pra cima da hora? Ah, porque a gente gosta de viver com emoção. Mentira, claro, rs, O cara do consulado disse que o visto ficaria pronto em uma semana e disse para irmos lá quando voltássemos de viagem, até porque, eles teriam que ficar com nossos passaportes. Ou seja, Oremos.

Em tempo: Nickito teve the time of his life. Pinto no lixo total, foi o que mais curtiu a casa. Acho que o banheiro da casa nunca foi tão bem utilizado. Nick saía da brincadeira na piscina e ia pro relaxamento na banheira. Saía da banheira e ia pro banho no chuveiro – sempre cantando – e, intercalando com brincadeiras de espionagem, repetia todo o processo novamente. Como é gostoso ter 5 anos!

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