Sétimo dia de férias: Templo no penhasco, mais macacos ladrões e praia linda de viver

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(Tô chocada – e feliz – com a falta de precisão da previsão do tempo que dizia que teríamos chuvas e trovoadas todos os dias das nossas férias. Até agora, tivemos sol todos os dias. Quando muito, uma chuvarada na madrugada, but that was all. Bali, te juro meu amor eterno!)

Hoje fomos visitar o Templo em Uluwatu. Que coisa mais linda, gente! O lugar que escolheram para a construção é deslumbrante: um penhasco beirando o mar, cenário de filme.

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O detalhe é que ainda na entrada do templo, fomos “saudados” por macacos que, assim como na Floresta do outro dia, andam livres, leves e soltos. Eu, mais uma vez, tinha meus óculos na cabeça, muito embora houvesse um cartaz na entrada avisando para ficar ligado e retirar óculos, bijuterias, etc… O que aconteceu? Foi roubada novamente. Furtada no melhor estilo mão leve. Mão não, corpo inteiro, porque a verdade é que o danado subiu em mim e eu nem percebi! Só fui me dar conta, um segundo depois, quando ele já estava no chão com meus óculos nas mãos.

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Ficou pertinho de mim, olhando bem pra minha cara, como quem pergunta: “e aí, vai tentar resgatar?”. Eu como não sou maluca, não cheguei perto, afinal, por muito menos, noutro dia um “rosnou pra mim”. Para minha sorte (impressionante, tenho certeza que se fosse um par de óculos caros, eu já teria perdido há muito tempo, mas como são baratex, eles sempre voltam pra mim, rsrsr) um dos funcionários do Templo, viu a artimanha do macaco e, preparado para barganhar, jogou um saquinho com bananas para tentar um escambo. Fracasso total! Foi um daqueles momentos que precisava ter sido filmado: o macaco, segurando os óculos com uma das mãos, pegou o pacotinho com a outra, olhou, comparou e jogou as bananas longe. Preferiu ficar com meus óculos. O funcionário, no entanto, não se rendeu, e numa cartada final, arriscou tudo e jogou um pacote de amendoins de chocolate. O macaco não pensou duas vezes, jogou meus óculos fora (claro que ele já havia dado umas boas mordidas, pra ver se era comestível), agarrou o pacotinho e saiu pulando, só que para o azar dele, o rapaz conseguiu pegar de volta e o macaco saiu com o rabo entre as pernas, rs

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Mas voltando ao Templo…  vale muito a pena a visita. O espaço em volta é muito bonito, o Templo em si é lindo e a vista é deslumbrante. Fiquei com vontade de voltar no fim do dia para ver o pôr do sol, mas nosso motorista hoje não era muito paciente, ficava perguntando a todo momento “de volta para a Villa?”. Um saco.

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Depois de passearmos bastante pelo Templo, fomos à Padang Padang, uma praia de arrancar suspiros. Pequenininha, águas azuis, mornas e calmas (marola na medida certa). De quebra, ainda oferecia, o fundo, ondas para os surfistas 🙂

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Uma coisa muito engraçada é que sempre que dizemos pros meninos que vamos à praia, o Nick é o que mais reclama. Ele sempre protesta, chora, diz que odeia praia e no fim das contas é o que mais se diverte! Adora ficar no mar e também brincar na areia. Acho que só reclama pelo gosto de reclamar, rs Mas eu nem ligo, já aprendi a fazer ouvido de mercador.

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Pois bem, após algumas horas de praia, já estávamos quase comendo areia de tanta fome, então por mais que meu desejo fosse ficar em Padang Padang até o pôr do sol, levantamos acampamento e fomos almoçar. Mias uma vez, meu amigo Foursquare (nunca saio de casa sem ele, rs) nos salvou, dando a melhor dica: Balique, um restaurante indonésio maravilhoso. Decoração top, musiquinha ambiente, espaçoso porém aconchegante e comida dos deuses. Ah, o banheiro também era uma graça 🙂 O detalhe é que eu nunca vou ao banheiro fora de casa, mas o marido aconselhou fortemente a visita, então lá fui eu. Pena que a bateria do celular acabou na segunda foto 😦

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Foi no Balique que experimentei a melhor comida indonésia. A melhor e mais bonita, daquelas que se come primeiro com os olhos, sabe? Me apaixonei e já estou desejando voltar. O prato era, na verdade, um apanhado de vários pratos. Tanta comida que mal consegui terminar o prato.

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Encerramos o dia, com uma passadinha em Seminyak (só pra contasr). Nada demais. Aliás, não fomos e nem pretendemos ir à Kuta, onde as praias são sujas, dizem, e a área lotada de turistas e backpackers. Definitivamente, não vim à Bali para ver australiano, rs, prefiro tentar ir a locais mais tranquilos, onde eu possa observar mais o comportamento local.

Em tempo: Acho que a única coisa que tem me chateado aqui em Bali é que a água de coco é sempre em temperatura ambiente. Ainda não conseguir tomar uma geladinha 😦 Ah, e também não é doce como no Brasil. Mas reclamar de quê, não é mesmo? Tô em Bali 🙂

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