3.8 mas com visão 4.0 – uhu! #sóquenãoné

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Semana passada, fui ao oculista. Oculista mesmo e não oftalmologista. Aliás, antes de contar sobre a consulta em si, devo deixar registrado o tamanho da minha ignorância que me custou algumas centenas de dólares.

São 7 anos vivendo na Austrália e só agora descobri que não precisava ter gasto algumas centenas de dólares no oftalmo com consultas para mim e para o Vivi. Descobri que os oculistas que atendem nos fundos das óticas oferecem uma consulta super detalhada e, a melhor parte vem a seguir, de graça. Isso mesmo, 100% coberta pelo medicare.

Tonhoenhõe pra mim, né? Dâaaaa…

Oh well, voltando à consulta…

Antes de embarcarmos para a Coréia, achei melhor fazer um checkup geral em todo mundo e isso inclui exames de vista. Mas por que lembrei de checar a vista se eu nunca precisei usar óculos na vida? Ora, porque de uns meses pra cá, eu comecei a notar que precisava afastar dos olhos as letrinhas miúdas para conseguir enxergar com mais clareza. Coisa de velho, né? Aff, eu sei…

E aí, eu que não estava nem aí pro fato de estar mais pros 40 do que pros 30 tive um choque de realidade. Caraca, além de um Sjögren precoce, agora óculos precoces também?

Pior que isso, só mesmo ouvir do oculista, um rapazote com seus vinte e muito poucos, que é assim mesmo, quando estamos mais próximos dos 40 do que dos 30, a vista começa a falhar, é natural. Grrrrrr! Me chamou de velha assim, naturalmente.

Em pensar que eu entrei no consultório pensando: “talvez eu precise fazer novamente algumas sessões de exercícios ortópticos, como os que fiz na adolescência…” Aham… doce ilusão.

A realidade chegou rasgando a esperança em mil pedacinhos, quando, ao final da longa consulta, veio o veredito: “você precisa de óculos para ler. Não precisa usar para trabalhar no computador, mas para ler, precisa.”

Confesso que ainda não estou muito convencida disso, até porque sigo lendo normalmente, minha vista só falha na hora de ler letras bem miúdas ou então se fico cara a cara com alguém, assim muito pertinho.

Será que tô em negação? Pode ser…

O fato é que me recusei a mandar fazer os tais óculos de leitura. Primeiro, porque eu ainda não tô acreditando que isso é realmente necessário; segundo, porque não é tão simples assim escolher uma armação que me agrade. Aliás não é simples nem barato. Tenho certeza absoluta que colocarei meu dedinho na armação mais cara. I’ts a curse.

Oh well, tenho ainda algumas semanas para decidir se me entrego aos óculos ou se os ignoro. Vejamos o que acontece.

 

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