Almoço com marido

Quase 3 semanas aqui e quinta passada foi a primeira vez que saímos, eu e marido, para almoçar sozinhos. Sim, porque bandejão da faculdade não conta, né? Peloamor! rsrsrs

Não que tenhamos ido a um restaurante de fino trato na quinta, pelo contrário, fomos num boteco colombiano com comidinha simples e bem caseira, daqueles que um prato dá pra dois, sabem? Pois é, um prato dá pra dois, um suco dá pra dois. Tudo em tamanho Itú. Maaaaaaaas, pedimos um pra cada (!!!) e comemos e bebemos tudinho. Trabalhador de obra invejaria nossa disposição, rs

A ideia era ir no Can Culleretes,  o restaurante mais antigo da Cataluña (segundo mais antigo da Espanha), mas a pessoa aqui quando começa a trabalhar não pára, né? Aí o tempo passou e acabamos tendo que nos conformar com uma opção mais próxima de casa, até porque, tínhamos uma reunião com a professora do Nick, pra falar sobre a adaptação dele, que não está sedo fácil.

Anyways, no almoço super romântico só que não, tomei um balde de suco natural de maracujá super gostosinho e chafurdei num prato de comida tamanho GG. Saí de lá arrependida – pra que comer tanto, gente?

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A comida era bem gostosinha, tanto que retornamos na sexta à noite, com as crianças, para jantar.

Pra nosso completo desespero, a porção do jantar era ainda mais generosa. Sério, quando chegou o meu prato, achei que fosse pros 4. Era uma bandeja com comida pra família inteira! Foi tanta, mas tanta comida, que ao sair de lá, meu digníssimo olhou pra mim (=minha barriga) e fez o seguinte comentário: você tá parecendo  a Lilly (How I met your mother)… Lilly after hotdogs, rsrrsr E o pior é que tava mesmo. Não conseguia nem respirar de tão, tão…. satisfeita, rs. E olha que só comi a metade da minha bandeja!

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Os meninos dividiram um prato e, apesar de terem comido muito, não conseguiram terminar.

Olha, quando eu digo que o prato é bem servido, é porque realmente muito bem servido. Quando eu digo que a comida era muita, gente, é porque era além da conta!

Acho que não voltaremos mais no Colombiano, não porque não seja gostosinho, mas porque ninguém precisa comer tanto assim, rs

Proximo almoço a dois, me comportarei como uma lady 😉


PS1: Nickito chafurdou legal no feijãocarroz – tadinho, ele sente falta de comida normal. Aqui a gente praticamente não cozinha… Eu gosto de cozinhar, mas odeio cozinhar fora da minha casa, da minha cozinha, sem as minhas panelas, os meus temperos, as minhas facas… Não que sejam panelas, facas, temperos especiais… mas são meus, rs (ass: a chatona)

PS2: na quinta, após o almoço, fomos conversar com a professora do Nick e, pra nosso desespero, ela confirmou tudo o que ele vem falando. O que mais nos preocupa no momento é que ele se recusa a fazer amigos. Aparentemente ele fica bem durante as aulas (apesar de estranhar bastante o esquema espanhol, que é igual ao brasileiro, de ficar sentado e assistir aulas, já que na Austrália, a criançada da idade dele brinca o dia inteiro, faz o que quer, na hora que bem entende), o problema maior é que ele passa os intervalos inteirinhos sozinho e repele qualquer criança que se aproxime dele pra tentar brincar. Genioso que só! As únicas pessoas que ele aceita por perto são as meninas grandes, que chegam pra paparicar. Fora isso, ele fica sozinho. Meu coração se despedaça 😦

Se a situação permanecer tal como está, vamos tirá-los da escola no fim do mês. Aguardemos o desenrolar dos fatos. Espero que não esteja sendo muito traumatizante pro meu pitoquinho.

o terceiro final de semana – Barcelona 2015

O tempo está voando! Já estamos em nosso terceiro fim de semana em Barcelona. Lá se foram 3 semanas, desde que aqui chegamos. Há momentos em que parece que foi ontem, noutros, parece que moro aqui desde sempre.

De certa forma, entramos na rotina, trabalho durante o dia, enquanto os moleques estão no colégio, parquinho à tardinha, depois banho, jantar e repete tudo outra vez no dia seguinte. Nem tenho, como da outra vez, saído pra almoçar com o marido a sós, durante a semana. Mas por quê?

Ah, gente é a exaustão proveniente dessa maldita autoimune que insiste em querer me controlar e é automaticamente ativada pelo estresse, ansiedade… e está intimamente conectada ao emocional – para meu azar.

Ano passado nesta mesma época, eu, que havia acabado de fazer uma transfusão de ferro, estava alegre e saltitante, cheia de energia. Um ano depois, aqui estou eu, me arrastando, forçando uma barra pra curtir esta cidade que eu tanto adoro, curtir o tempo que está maravilhoso, curtir a vida… mas tá difícil.

Não gosto de reclamar, até porque, convenhamos, né? Tenho tantos motivos pra me alegrar, que nem seria justo, entretanto, contudo, todavia, meu nível de cansaço está absurdo, a energia tá na reserva, a boca, árida como o sertão, os olhos coçam, a pele ressecada, os cabelos (melhor nem comentar, rs) e a cabeça explodindo. Pra ficar ainda mais gostoso, minhas alergias, que não sinto há séculos, resolveram dar as caras, por causa do pólen, acho eu. Ou seja, estou com aquele velho problema de junta: junta tudo e joga fora, hahaha –  só não perdi o bom humor 😛

Vim pra cá com a esperança de ter a mesma experiência do ano passado, a mesma sensação, a mesma disposição, mas esqueci de combinar com meu corpo, com minha saúde e principalmente com o meu emocional. Aí, deu no que deu, né?

Na verdade, desde o ocorrido no aeroporto, já sabia que sofreria as consequências, porque todo aquele estresse, certamente deixaria marcas e, não só deixou, como estão aqui latejando.

Mas eu gosto de fingir que tá tudo bem, que não tenho limitações, que não preciso pegar leve. Gosto de fingir que sou a mesma Erica de 2 anos atrás, que nada mudou. O problema é que todo esse fingimento tem um preço, que eu acabo pagando, moeda por moeda.

Mas por que resolvi escrever sobre isso? Pra desabafar. E também pra reler e ver se aceito, de uma vez por todas, que preciso mudar, preciso pegar leve, preciso cuidar da minha saúde física e emocional, preciso meditar, preciso voltar pra yoga, preciso me alimentar melhor. Preciso, preciso… preciso parar de me enganar e aceitar os fatos.

E sabem qual foi minha “wake up call”? Nosso passeio do fim de semana.

Levamos os meninos pra passar o dia em PortAventura, um parque temático, que fica uma hora daqui, o mesmo que fomos no ano passado.

Desta vez, em vez de passarmos dois dias, resolvemos abreviar o (nosso) sofrimento, até porque , dada a minha completa falta de energia, eu jamais conseguiria passar dois dias consecutivos andando o dia inteiro num parque temático, indo à montanha russa, mofando nas filas com o sol ardendo na cabeça.

Infelizmente, um dia apenas foi suficiente para drenar o restinho de energia que me habitava. Às 3 da tarde já estava bocejando, exausta. E sabe que horas fomos embora? Às 8 da noite, quando o parque fechou. Eu com dor de cabeça, enjoada, morrendo de sono.

Resultado: hoje, o domingão ensolarado que sucedeu o dia no parque, em vez de irmos à praia, ficamos em casa, praticamente o dia inteiro, por conta da minha falta de disposição.

Mas… eu já falei que vivo tentando fingir que está tudo bem? Então, saímos para almoçar (a pé, claro – pegar trem pra que, se eu tenho energia de sobra? rsrs) e resolvemos dar uma voltinha pela cidade – coisa pouca, só uns 7 Km – para aproveitar o dia lindo de sol. Foi bem gostoso, como bem observou o Vivi, esta cidade é muito interessante, rs, mas o preço foi alto. Estou aqui agora entregue às baratas, pensando como será o dia de amanhã. Com que disposição levantarei de manhã…

Será que eu aprendi a lição?

Em breve saberemos.

Volto daqui a pouco, depois que dar banho no meu porquinho menor,  pra contar um pouquinho sobre o dia em PortAventura – prometo que não será um post reclamão e que terá até algumas fotos (até pra tirar fotos eu tô devagar, dá pra acreditar??).

 

 

 

O primeiro big crush em terras espanholas – amor de verão sobe a serra?

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Chegamos aqui não faz nem 3 semanas e Vivisauro já está enrabichado por uma espanholinha, rsrsrs

Detalhe é que ele me confidenciou a quedinha faz uns três dias e  pediu pra que eu não contasse pra ninguém. Não contei. Nem pro pai. E agora estou aqui contando pra quem quiser saber (e quem não quiser também), rs. Mas tudo bem, ele me autorizou – “contanto que ninguém do colégio leia seu blog”, me alertou 🙂

Hoje foi aniversário da rapariga, então, eu que já estou treinando pra ser uma sogra supimpa, sugeri que ele levasse pra ela uma cartãozinho e um coalinha. Ele adorou a ideia, “you are the best, mum!” Eu sei, eu sei… rsrsr

O bichinho tá tão in love que nem consegue dormir de tanta ansiedade. Já rezou pro Papai do Céu, pedindo que ele ajude pra que ninguém descubra sobre o crush e para que, amanhã, ninguém o veja entregando o mimo para a Ana (é este o nome da lambisgóia, rsrsrs).

Tô até vendo que esse moleque vai sofrer de amor um dia – Deus me dê forças, hahahah

Neste exato momento, já deitado na cama e ansioso demais pra conseguir pegar no sono, ele acaba de me fazer a seguinte pergunta: “mamãe, ano que vem podemos vir pra cá novamente? E eu posso ir pra mesma escola?”

Eu, como sempre, respondi: “vamos ver, meu filho…” (não quero esmigalhar o coraçãozinho do meu pequeno, né?)

PS. Será que ele esqueceu a Molly (o crush australiano)?


Atualizando: Vivisauro teve uma crise de tosse de cachorro a noite inteira e portanto não foi à escola esta manhã.

Achei que ele fosse ficar triste por não ver a Ana, mas na verdade ficou triste porque perdeu as aulas de inglês e de esportes, as únicas em que ele dá show e lidera a galera (no esporte, não por causa do futebol, claro, mas sim pelo talento no basquete, rs).

Ah! Um dos principais atrativos da Ana, além de ser cute, é que ela é boa no basquete. “Quase tão boa quanto eu, mamãe!” 😛

 

 

 

 

Nickito e a adaptação à escola

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Ao contrario do Vivi, que é todo social, e sai distribuindo hi-five pros novos amigos, Nickito não tá nem aí pros amiguinhos da escolinha, aliás, alega: “eu não tenho amigos!” E pior, quando eu insisto e pergunto porque ele não faz pelo menos um amiguinho, ele diz: “não quero, não gosto deles!”

Okay….

Naquele primeiro dia, quando os meninos ficaram no colégio por duas horinhas, só pra ver qual era, saíram super animados, querendo voltar na manhã seguinte, mas após passarem um dia inteiro lá, só o Vivi se manteve positivo.

Nickito, tadinho, odiou seu primeiro dia inteiro. Por vários motivos.
Primeiro porque aparentemente não se pode brincar do lado de dentro, na sala de aula. A sala é pra “learn”, ele me contou (suponho que alguém tenha dito isso pra ele). O bichinho ficou inconformado, ele não entende porque não pode brincar, se no kinder, na Austrália, ele brinca o dia inteiro. Eh gente, quando eu digo que a educação infantil na Austrália é um capítulo à parte, não tô exagerando!

Aqui na Espanha é mais como no Brasil, as turminhas do infantil tem a hora de aprender e a hora de brincar, mas esta é sempre mais resumida que aquela. Nickito não compreende.

Acho que não compreende também porque na Austrália ele é tão paparicado, cercado de beijos e abraços que as teachers fazem questão de dar e receber, e aqui é tratado como um Nicolas qualquer, rs, é apenas mais um, sem paparicos.

Ele, genioso, também não curte ser chamado de Nico, que aqui é o apelido pra Nicolas. Fica tiririca! “Eu não sou Nico!”

Aí, soma-se a falta de liberdade para brincar do que quer na hora que bem entende à ausência de paparico e ao fato de o chamarem de Nico, pronto, Nickito não quer ir à escola.

Ele fica todo dengoso, diz que vai sentir muita saudade, que quer ficar comigo… ai, de cortar o coração mole da mamãe aqui. Mas não há outro jeito, se ele não for pro colégio, eu não trabalho. Ó vida…

PS. Dia desses ele chegou em casa contando que uma menina grande o levou pra escovar os dentes e fez questão de escovar pra ele, rsrsr. Aliás as meninas grandes adoram o Nick – mas ele não dá muita bola pra elas, e não entende porque elas o “perseguem”, rsrsr. “É que você é muito fofo, filho”, eu digo pra ele 🙂

O segundo final de semana em Bcn

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Num dia, um passeio no zoológico, no outro uma volta pelo Bairro Gótico. Não tem como nem porque ficar em casa no fim de semana.

Confesso que já faz um tempo que ir ao zoológico começou a me causar desconforto. Me julguem, me chamem de chata, mas saí de lá triste, depois de ver os bichos enjaulados. Deprimente. Mas fazer o quê se as crianças quiseram muito ir? 😦

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O bom é que no Zoo não tem apenas os animais, tem também um parquinho super bacana que, aliás, acho que foi a principal motivação deles. Pelo menos foi o que eles mais curtiram.

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No dia seguinte, fomos dar uma voltinha pelo Gótico e, veja você, até saí nas fotos! 🙂

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Como pode ser tão diferente de mim?

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em frente ao colégio que frequentaram no ano passado. O sinal negativo não indica que eles não gostavam do colégio (pelo contrário), mas sim que ele estava fechado 🙂

Acho interessante como um filho meu pode ser tão diferente de mim. O Vivi, tem pouquíssimo da minha personalidade. Quase nada mesmo. Não que isso seja bom ou ruim, apenas observo o quão diferente nós somos.

Por exemplo, duvido que eu, na idade dele, fosse tão aberta a essas aventuras de passar uma temporada num país onde eu não entendo patavinas do que falam e ainda passar o dia inteiro na escola, todo santo dia. Du-vi-do!

Eu ia fazer o maior drama, chorar, amarrar a cara, e até me revoltar, se preciso fosse. E se ainda assim não houvesse outro jeito e me mandassem pra escola, eu iria sofrer horrores e demonstrar toda a minha insatisfação (será que o Nick parece comigo??).

Já meu primogênito… apesar de não entender quase nada do que falam pra ele, faz amigos e curte o ambiente da escola. Não há um dia que peça pra ficar em casa. E olha que ele estaria no seu direito de fazer uma manha. Mas não, ele não só vai pra escola, como chega em casa no fim do dia, após uma jornada de 9 às 5 e senta à mesa pra fazer o dever de matemática (claro, né? Porque fazer dever de catalão seria pedir um pouco demais, rs) sem reclamar! Tô bem impressionada!

Claro que entre a escola e o dever de casa, a gente passa uma meia-hora com eles no parquinho, até porque a consciência pesa, né? 🙂

Mas o fato é que o Vivi encara muito bem as mudanças, as aventuras, mesmo quando aparentemente são uma furada, ele sempre tira o melhor das situações, sem nunca perder seu ar “cool”. Não, vocês precisam vê-lo andando na rua, chegando na escola… andar lento, mãos nos bolsos, olhar blasé, cumprimentando os amigos com uma levantada de sobancelha ou um “e aí” de canto de boca. Todo gente grande, todo importante, rs

Eu, ainda hoje, sou super tímida e fico ansiosa fora da minha zona de conforto. Apesar de não parecer, eu luto pra caramba para parecer blasé, rsrs.

Espero que meu Vivi mantenha esse jeito de ser e nunca abra mão das experiências por causa de medos e insegurança. Esse menino vai longe!

PS. A saga do futebol se repete este ano. Meu pobre perna de pau só fica no gol, tadinho! Sempre que ele tenta jogar, os amigos mandam ele pro gol. Claro que o fato de não falar a língua, acaba o impedindo de argumentar, então, até segunda ordem, Vivi-goleiro.

PS2. É tão engraçado como nesta terra tudo é futebol (pelo menos no mundo dos meninos)! Na pracinha, os molequinhos menores que o Nick, sei lá, de 3 aninhos, conduzem a bola melhor que eu! Parecem uns anõezinhos jogando, muito fofos! 🙂 E no colégio, além do futebol sagrado na hora do recreio, a outra atividade é colecionar/trocar cartas de jogadores. Posso estar enganada, mas a cultura futebolística aqui parece ser mais forte que no Brasil.

PS3. Neymar continua na moda, alias, cada vez mais! Na sessão de roupas esportivas do El Corte Inglés, só dá Neymar!


Atualização: Vivi declarou que tem amigos, mas não tem amigos, e explicou: “na hora do recreio, às vezes eu fico sozinho, sentado (reprise do ano passado), porque meus amigos riem de mim quando jogo futebol, ficam apontando e rindo (tadinho do meu perninha de pau). Mas aí, depois eles voltam a ser meus amigos.”
Aí eu pergunto: “mas o que você fica fazendo quando não tá com seus amigos?”
Vivi: fico sentado…. Num cantinho… (ô dó! Mas sei que rola uma dose de drama aí , porque ele fica observando minhas reações e medindo)
Eu: mas você gosta de ir à escola, Vivi?
Vivi: gosto! I’ll get used to it… (diz isso abaixando os ombrinhos numa cena bem dramática)

Eu sinceramente fico bem dividida, não sei no que devo acreditar e o que devo interpretar como dramas do Vivi (muito comuns aliás), mas quando ele diz que fica sentado, meu coração desidrata 😦

Só não entendo como ele pode ficar tão animado pra ir à escola…

A primeira semana dentro do fuso

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Esta semana foi, digamos assim, nossa primeira semana útil aqui 🙂

Crianças na escola o dia inteiro, marido indo pro office na Universidade e eu… indo junto, porque ainda não temos internet em casa e a internet do celular é sofrível!
***Atenção para o detalhe: já gastamos 40 euros com dados pro celular. Quarenta euros com uma internet safada, que mal me permite enviar emails, imagina trabalhar! Atenção para o detalhe(2): há 3 meses, quando bookamos o apê, nos garantiram que havia wifi instalado. Atenção para o detalhe (3): tô muito danada da vida!***

Pois é, agora sou office mate do marido e como o verdadeiro office mate dele quase nunca aparece, eu fico lá ocupando a mesa vazia e usufruindo da internet do campus.

Mas o bom é que isso me obriga a fazer uma bela caminhada matinal do apê até a Uni, além disso, acabo também almoçando comida e verdade em vez de trocar uma refeição por uma barra de milka ao leite, um danete de doce de leite, ou por biscoitos recheados maravilhosos, rs. Se bem que, temos almoçado no refeitório da universidade e sabem como é comida de refeitório, né? Lembro sempre do bandejão do Fundão, no CT, vulgo burguesão – Jesus! Mas a companhia do marido compensa ☺

Finalmente entramos no fuso e começamos a tocar a vida normalmente. Ou quase, já que não dá pra chamar de normal uma vida em que as crianças vão pra uma escola que ensina em catalão. The poor little things.