sabadão em PortAventura – segundo ano

Ainda estávamos na Austrália quando os meninos começaram cobrar a visita ao Portaventura. Estavam ansiosos pelo dia, perguntavam o tempo inteiro quando iríamos, até que resolvemos acabar com o sofrimento deles e enfrentar o nosso, rs

Não me entendam mal, eu adoro um bom parque temático (AKA Disney), mas Portaventura, pelo segundo ano seguinte, minha gente, acreditem, é tortura!

Mas promessa é dívida e a gente, quando deve, paga, né? 🙂

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Deixei o marido tomar conta da organização do passeio. Ele, super organizado, alugou o carro e comprou os ingressos com antecedência. Tudo lindo, né? Só que não.

Pra começar, descobri, muito por acaso, na manhã de sábado, ainda deitada na cama, que ir de trem era mais barato. Então fica a dica: trem + entrada do parque = 45 euritos. Com vários bônus a descobrir a seguir.

Pra continuar as delícias do “tudo errado”, marido descobre, na sexta à noite, que é necessário imprimir os ingressos. Mostrar o ingesso na telinha do celular não adianta (coisas de Espanha…). E aí? Aí, que no sábado de manhã, além de ter que esperar uma hora até ser atendido para pegar o carro, o pobre marido teve que ir à Universidade imprimir os ingressos.

Claro que ele não conseguiu imprimir do office dele, e teve que ir pra biblioteca, convencer o segurança que ele não tinha identificação porque é professor visitante; descobrir que pra imprimir não basta enviar para qualquer impressora, mas descobrir, por tentativa e erro, qual a que está funcionando e ainda colocar moedinhas para que a dita cuja imprima (coisas de Espanha II), enquanto a família aguarda (im)pacientemente dentro do carro que ficou parado fora da vaga, com o pisca alerta ligado, por 40 minutos, rezando pra polícia não parecer, porque simplesmente, vaga é artigo em falta nesta terra.

Nessa, só conseguimos pegar o caminho do parque às 11 da manhã, o que até foi bom, porque abocanhou bem umas duas horas de parque, rs.

Uma horinha de estrada e chegamos. Para estacionar, 9 euros, que não teríamos gasto se tivéssemos ido de trem, rs. Ah, mas pelo menos estacionamos pertinho, né? Que nada! Mandaram a gente lá pro fim do mundo! Ô diliça! rs

Chegando nos portões do parque, a confirmação: o ingresso online (que diz ser um preço especial para internet) é igualzinho ao preço na porta – sendo que, comprando o ingresso na porta, eles imprimem pra você 😛

Ô alegria que não tem fim, hahahaha

Mas apesar de todos os pesares, o dia foi bacana (pelo menos pra crianças). Os molequinhos curtiram bastante e, muito embora o parque estivesse super cheio, conseguiram se divertir e ir a todos os brinquedos que queriam. Desta vez, o Nick aproveitou mais que o Vivi, já que enfrentou bem menos filas.

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O chato é que grande parte do dia, nos dividimos, para atender as diferentes demandas: Nick não queria sair do parque do Elmo e Vivi queria ir atrás das montanhas russas. Papai Mauricio que odeia montanha russa, foi com Nickito pra um lado, e mamãe Erica acompanhou o Vivi nas aventuras, com direito a ficar feito um pintinho molhado, completamente encharcada daquela água nojenta, da Tutuki Splash – o que ele não me pede sorrindo, que eu não faço chorando? 😛

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Oito da noite, finalmente, hora de ir pra casa. Muito cansaço, enjôo e dor de cabeça, mas feliz, porque os moleques ficaram bem contentes com o dia no parque e, claro porque enfim eu poderia descansar. É, eu até pude, mas o marido….

Voltamos até bem, desta vez e, sem errar o caminho, viemos até rápido… até chegar perto de casa, onde encontramos um engarrafamento responsa. Mas claro, tudo sempre pode piorar, então, após ter nos deixado em casa, lá foi maridinho levar o carro pra devolver, só que… após uma hora rodando, tentando encontrar uma vaga para estacionar o carro, entregou os pontos, decidiu que era melhor acordar cedo na manhã seguinte para devolver o carro, e voltou pra casa, onde levou pelo menos mais meia-hora pra encontrar um lugar pra parar.  Ô diazinho!

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Resumo da ópera: Um passeio que poderia ter saído por 200 euros (contando entradas, transporte e alimentação), sem  estresse, saiu por 400 + dor de cabeça.

Conclusão: não tem jeito, passeio quem organiza é a mamãe 😛

E por falar nisso, em um mês estamos saindo de férias e, como no ano passado, ainda não tenho absolutamente nada programado. Não sei em que cidades ficaremos, tampouco pesquisei hotel/casa. Tudo que sei é que esta terá que ser uma viagem bem mais light, dado aquele probleminha de falta de energia que contei uns posts atrás. Mas tenho esperança de que serão férias tão gostosas quanto as do ano passado.

Quem viver verá (ou, quem vir ver verá).

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PS. Acho que eu havia dito que este não seria um post reclamão, né? rsrs Sorry 😛

PS2. pelo menos as fotos prometidas apareceram 🙂

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