Voltando devagar – recapitulando os 3 meses de silêncio absoluto – Parte 1

Faz tempo que não apareço por aqui pra registrar os acontecimentos, mais de 3 meses! Nem sei se já passei tanto tempo sem postar aqui!

Mas deixe me ver o que aconteceu de lá pra cá…

Vivisauro perdeu mais um dente (ao todo 5 até agora) e está prestes a perder mais um, que está por um fio, mas tô deixando rolar porque ele andou doentinho e ainda está meio fradinho, se recuperando dos dias e noites de febre.

Aliás, por falar em febre, estes últimos meses tem sido um revezamento, cada hora é um integrante da família que fica de cama, seja por gripe, gastro, ou febres inexplicáveis como a que o Vivi teve esta semana. Desta última vez, primeiro com o Nick e agora com o Vivi, resolvi resistir ao impulso de sair correndo com eles pro médico e decidi esperar passar. Isso porque estou cansada desse esquema em que qualquer coisinha nos enfiam antibiótico goela a dentro – e antibiótico vocês sabem, né? Mata as bactérias ruins e as boas também (será que um dia vão inventar um antibiótico que ataque somente as coisinhas ruins?).  Já perdi as contas de quantas vezes dei antibióticos pros meus filhotes, mas pelo menos uma vez por ano eles tomam. Dessa vez não, desta vez arrisquei, deixei passar e não é que passou?!

Primeiro foi o Nick, ficou molinho, fraquinho, não queria comer, só bebia água. Muita tosse e febre, que comecei a controlar uma vez por dia com anti-térmico (novalgina infantil do Brasil). Para a tosse, Fluimucil duas vezes ao dia. Passados uns 3 dias, ele estava novo em folha, voltou a comer feito uma draguinha e apesar de ás vezes ainda tossir, está como novo.

Praticamente na sequência foi o Vivi… Só que “apenas” com febre. Febrão sem nenhum outro sintoma a não ser as pintinhas vermelhas que surgiam nas mãos sempre que a temperatura corporal se elevava. Com ele, a história começou com um desânimo, um cansaço e devagarinho foi evoluindo para a febre. Febre esta que controlei de uma a duas vezes por dia, durante 3 dias, com a mesma novalgina infantil, até que resolvi parar. Noite passada, após consultar fontes variadas no Dr. Google, resolvi suspender o antitérmico e acompanhar a febre. Sim, porque febre não é um problema, mas um indicador de que o corpo está lutando contra um problema, né? Funcionou! O bichinho começou a noite com febre, não tomou remédio e amanheceu Norlmalzinho da Silva. Claro que com antibiótico, o mal não teria durado nem dois dias, mas pra quê, né? Não me entendam mal, não sou contra o uso de remédios, mas há casos e casos. Às vezes acho que a gente pode e deve evitar…

Mas esse foi só um capítulo dos últimos 3 meses… depois eu volto com mais.

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