Pé na estrada + almoço em Narbonne


As dicas foram muitas, minhas amigas Mães Internacionais me deram vários toques, inúmeras sugestões e graças a elas, especialemnte à Fernanda (que mora em Portugal e acabou de voltar de uma viagem por Provence), consegui dar o tom que eu querida à nossa viagem.

Posso até não ter tido tempo de preparar o roteiro, mas sei exatamente qual será o espírito da viagem. Tenho também uma lista de vilarejos à visitar, que dificilmente conseguirei liquidar nesses poucos dias que teremos aqui.

Hoje acordamos cedo, Mauri foi buscar o carro e fez mágica pra encaixar todas nossas malas. Tudo pronto, pé na estrada.

Acho que não contei, mas acabamos comprando car seats pros meninos, já que alugar sairia bem mais caro do que comprar novos – vai entender.

Maridinho se recusou também a alugar GPS, muito embora eu tenha insistido várias vezes na importância do dito-cujo, ele resolveu acreditar na conexão mequetrefe do iphone, que obviamente não funcionou. Entretanto, como Deus protege, colocou o Santo protetor dos viajantes incautos e perdidos no comando e o carro que pegamos foi melhor que a encomenda: chique que só, tinha GPS próprio, benhê! Cá entre nós, pobre é fogo, né? Quando pensa em GPS, pensa logo naquele portátil, de prender no pára-brisa e ligar no isqueiro (nem USB, isqueiro mesmo, rs).


Alugamos um VolksWagen e recebemos um BMW  que só falta falar – not too bad 😉 A dureza vai ser voltar pra casa e encarar nosso Astrinha, rsrs

Anyways, colocamos o pé na estrada cedo e paramos para almoçar em Narbonne, já em terras francesas, onde aproveitamos o dia gostoso pra dar uma voltinha e conhecer a cidadela. Visitamos também um Museu daqueles que, segundo o Vivi, tem muitas pinturas de Papai do Ceu 🙂

A cidade é uma gracinha, mas em minha humilde opinião não pede mais que um dia de passeio, então saímos de la lambendo os beiços, rs

O almoço é que foi interessante. Bem, não o almoço em si, mas a porção de salada individual que é monumental! Sério, serve uma família inteira – será que Narbonne era uma colônia de italianos? Sim, porque francês é conhecido pelos pratos degustativos, né? rs

PS. perdemos o cartão do Mauricio, acho que num dos pedágios – aliás, foi só entrarmos na França para que os pedágios não mais aceitassem nosso cartão – medo!

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