domingo no parc Güell

Ó nóis aqui travez!

Domingo é día de parque, e estando em Barcelona, Parc Guell foi o nosso destino. Esta é mais uma atração que há 9 anos era gratuita e agora é paga – parcialmente, mas é.

Hoje nos restringimos à área gratuita, logo, não fomos ao terraço, não vimos nem tiramos foto com o lagarto, não apreciamos de perto a monumentalidade e beleza do trabalho do meu amigo Gaudí. Mas sinceramente, o parque estava tão cheio que nem valeria a pena. Melhor voltar num dia de semana e pagar pra desfrutar com calma, sem tumulto, sem fila pra tirar foto com o lagarto mais famoso do mundo 🙂

Hoje caminhamos pelas instalações do parque, coisa que há 9 anos, quando passamos míseros 5 dias aqui, não fizemos, já que o espírito era outro, o tempo era curto.

Que delícia de parque – mesmo sendo sempre ladeira a cima, não cansa 🙂

Quando já estávamos tomando o caminho roça, passamos por uma banda muito doida (no sentido de animada), que fazia uma performace super animada no meio do caminho. Olho no fundo dos olhos deles e pensei: são brasileiros, aposto! Tá, vai, 99% de certeza.
Paramos pra ouvir um pouco do som e ao final da apresentação, meu 1% de dúvida foi embora 🙂 O jeito, a ginga brasuca são inconfundíveis. Aposto que pelo menos dois dos integrantes certamente eram cariocas, rs

Vivi, como sempre ficou encantando (ele adora artistas de rua), por pouco não foi lá entrar na banda também 🙂

Saindo do parque, paramos no primeiro restaurante que vimos (mas não sem antes checar no foursquare, claro). O lugar estava super bem avaliado, e tirando o preço (meio salgado), não deixou a desejar – ainda mais pro marido que estava com desejo de carne. Aliás, fica a nota: carne vermelha nesta terra tem o preço nada amigável. Melhor concentrar nos tapas, rs

A gente sempre tenta não falar em inglês. O Mauricio investe no portunhol e eu fico mais muda do que qualquer outra coisa, rs (sou tímida, gente). Mas o engraçado é o Nick, que sempre agradece com um simpático “gracias”, acompanhado da mãozinha saindo da testa, rs. Gracias e “la chaqueta” são as favoritas dele 😛

Ah sim, como nem tudo são flores, claro que a garçonete, que era super simpática (de verdade!) foi obrigada a chamar a atenção deles, pedindo que não gritassem nem corressem, nem ficassem se escondendo de baixo das mesas – bom, pelo menos os estranhos eles ainda ouvem e obedecem, nem que seja por 5 minutos, até eles esquecerem e começarem tudo novamente.

Depois do tardio almoço, voltamos pra casa (mas não sem antes dar uma paradinha básica na pracinha).

 

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