Reconhecendo a vizinhança, revendo a Sagrada Família e missão Colégio

Acordamos revigorados (oi?) e saímos para reconhecer a vizinhança. Vários mercadinhos, farmácias, quitandas, bancas de jornal, pracinhas, restaurantes, padarias, botecos e tudo mais que se pode esperar de um bairro de verdade, a poucos passos de casa. Carro pra que?, eu lhe pergunto. A verdade é que nem de metrô precisaríamos pro nosso dia-a-dia, já que até a Universidade fica  a no máximo 30 minutos a pé. Mas vamos dar tempo ao tempo e ver como será de fato nosso cotidiano (algo me diz que vou morrer de saudade desses nossos 2 meses aqui).

Rever a Sagrada Familia me emocionou – o maior exemplar de obra de Igreja estava lá (ou melhor, aqui), lindo, imponente e devidamente “under construction” desde 1882(!!!!). Eu suspiro em cada detalhe. Ainda lembro quando, ao subir as escadas do metrô, há 9 anos, me deparei com sua monumentalidade. Borboletas no estômago, ansiedade, êxtase. Pra mim foi bem emocionante me deparar com a obra que sempre apreciei nos livros e projeções nas aulas de história da arquitetura.

Me pergunto se vou ver a Basílica concluída – dizem que o fim da eterna obra esta próximo. Dois mil e vinte e seis é a previsão. Terão sido quase 150 anos em construção. Duas vidas! Mas como costumava dizer Gaudí, seu cliente, Deus, não tem pressa pra ver a Igreja concluída… 😛

Reconhecida a vizinhança e revista a Sagrada Familia (por enquanto somente por fora), fomos em busca de colégio pros Guris. Oh, boy!

Foi uma mnhã de muita andança – daqui pra lá, de lá pra cá, os meninos (guerreirinhos) já não aguentavam mais. Me fez lembrar a burocracia brasileira. Você vai num lugar, conversa com o atendente que te manda pra outro endereço, chegando lá, a informação que te dão é outra, porque, claro, eles não conversam entre si. Como a coisa estava ficando enrolada, decidimos fazer uma pausa e resolver outra questão: precisávamos ativar nossos iPhones. Mas esta parte foi simples – apesar de termos andado um bocado até encontrar uma loja que tivesse o SIM card pro 5S – aff…

Telefone resolvido, voltei pra casa com os moleques, que já estavam quase dormindo em pé, coitados, e papai Mauricio seguiu com a saga. Em vão! No apagar das luzes, descobrimos que , embora ninguém tivesse nos alertado, para mandar os meninos para a escola pública, precisaríamos ter mais do que passaportes. Era necessário também comprovante de residência (!!), certidões de nascimento originais nossas e das crianças e sei lá mais o que. Desistimos. Fomos em busca de uma escola particular mesmo.

Após uma breve pesquisa online, (re)encontramos uma que havíamos visto meses atrás. Lá foi o papai, já no fim do dia, com a escola fechando, tentar a sorte.

Para o fim do nosso desespero, acho que encontramos a nova escola dos meninos pelos próximos meses. Voltaremos lá na segunda pela manhã para acertar os detalhes e, tudo dando certo, eles começam a adaptação na terça. Boa sorte pra todo mundo, rs

 

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