Leitura x reading

Quem me acompanha no Instagram ou no Facebook, certamente já viu um dos vídeos em que o Vivi está tentando ler lendo em português. Um sotaque gringo carregadíssimo e uma dificuldade enorme em pronunciar os fonemas corretamente.

Pois bem, passado pouco mais de um mês, eis que nosso pequeno-grande está fera na leitura. Claro que ainda sente dificuldades e não é tão natural como quando lê in English, mas estou super orgulhosa.

Antes que meu marido reclame, não, não é mérito meu. Papai Mauricio e vovô Fred é que estão empenhados no exercício de leitura – mamãe está de férias dessa função! 🙂

Depois vou providenciar um vídeo novo, mostrando as habilidades desenvolvidas 😉

E o desfralde, como vai?

Vai bem, obrigada 🙂

Com menos de uma semana, nosso pitoco resolveu largar também a fralda noturna, nos deixando um pacote praticamente inteiro – mas ó, não tô reclamando não heim! rsrs

Claro que acidentes acontecem nas melhores famílias, então já tivemos dois: um na caminha dele e outro em nossa cama – ah, gente, não tem jeito, sempre que ele acorda de madrugada, acaba vindo pra cama da mamãe. E quer saber? não me importo (o marido sim! rsrs), tô acostumada a dormir em 10 cm de cama mesmo, whatever… Tá certo que eu acordo um caco, mas sinceramente, prefiro isso a ter que levantar no meio da madrugada pra levá-lo pro quarto e ficar com ele até que durma novamente. Larguei de mão, no caso, na mão do marido, rsrs

Mas voltando ao xixi na cama… O segundo e, espero que, último  (HA-HA-HA) episódio ocorreu na minha cama. Na verdade, eu estava tão chapada que nem sabia que ele estava ali! Já era de manhã, quando comecei a me sentir suada. Achei estranho, porque apesar do “suor”, eu estava com um friozinho. Foi quando percebi que não era suor coisa nenhuma, era xixi! Minha camisola estava ensopada, porque o bonitinho dorme grudado em mim, então estávamos eu, ele e a cama, completamente encharcados. Resultado, tivemos todos que levantar mais cedo.

Durante o dia, quando mencionei o fato, ele ollhou no fundo dos meus olhos e disse: eu não não mais fazer isso, mamãe, prometo! (a sorte dele é que ele é muito fofo!)

Vamos ver…

alegria de pobre é assim, né?

Dura pouco, pouquíssimo 😦

E aqui estou eu nessa Montanha Russa que se chama Sjögrens 😦

Ontem à noite, depois que o efeito do remedinho mágico foi embora, levou com ele minha saliva e boa parte da minha alegria, trazendo de volta à cena a aridez, que voltou com força total, como há muito tempo não acontecia. Dormi mal, bebi muita água durante a madrugada, usei muito spray pra tentar diminuir o desconforto, tive até pesadelo horrível sobre a minha saúde.

Mas é isso aí, tenho que me acostumar… com o tempo piora. O lance é concentrar na Yoga e na meditação e tentar controlar a mente pra vaca não ir pro brejo muito cedo…

Hora de trabalhar – mas antes vou ali sentir uns calafrios pra ver se consigo uma horinha de conforto. Até o conforto tem que ser de alguma maneira desconfortável 😦

Dois mil e catorze, a gente não tinha combinado que você seria um Ano Bom??

 

Ah! Esqueci de contar

E não é que eu comecei a yoga?!?!? Pois é, gente, tô orgulhosa de mim este ano. 2014 mal começou e eu estou empenhadíssima em cumprir minhas metas. Acho que depois que essa condição de “doente” começou a fazer parte da minha vida, entrei numa de concretizar. Só tenho que tomar cuidado pra não me empenhar demais em concretizar o que não vale tanto o esforço. A meta principal do ano é priorizar o que realmente importa, e no topo da lista estão família e saúde – exatamente nesta ordem 🙂

Mas e a yoga como foi?

Olha, melhor do eu esperava! A pessoa aqui é dura, né? Pra encostar as pontinhas dos dedinhos no chão sem dobrar os joelhos é um sofrimento horroroso, mas fui guerreira e levei a aula toda sem esmorecer. Palminhas pra mim novamente, por favor 🙂

Agora é manter o plano e fazer duas aulas semanais e quem sabe, começar a fazer em casa também, né? Que o otimismo continue me acompanhando. E a força de vontade também, porque cá entre nós, é bem fácil pegar a bike e ir pra Yoga num dia morninho e ensolarado – quero ver ficar serelepe assim quando estiver frio e chovendo.

Você só dá valor quando perde

(este é daqueles posts… sorry)

Clichezão, mas pura verdade.

Eu, por exemplo nunca imaginei que um dia daria valor à saliva. Nunca pensei sobre ela, na razão de ser, pra que serve, coisa e tal.

Mas hoje, que a minha produção é limitadíssima, super escassa, sei muuuuito bem a falta que faz.

Entretanto, vou fazer um esforço enorme e não reclamar (muito), não hoje pelo menos :), porque esta semana comecei a tomar o pilocarpine, um colírio que diluo em água e tomo três vezes ao dia, e o milagre da saliva acontece! No primeiro dia, uma hora após ter tomado o remédio, comecei a sentir uns calafrios, comecei a suar (!!), coisa que nunca acontece comigo, um misto de calor e frio, arrepios, enfim, uma sensação nada agradável, não fosse o que sucedeu  os sintomas: o saudoso salivar!

Tá, isso de salivar até acontece assim quando estou prestes a saborear um green curry, por exemplo :), mas assim como vem, vai embora, sem nem mandar beijo e dar tchau. Pior, depois de comer o curry, por causa da pimenta, minha boca fica ainda mais árida.

Mas deste vez, com o remédio, a saliva fica por uma hora inteirinha (eu acho), aquela sensação boa de boca húmida – ô coisa boa! Agora mesmo, as we speak, to aqui salivando, rsrs

Há duas noites até babei, acredita? Eu é que nunca imaginei que babar fosse uma coisa boa, tô revendo meus conceitos 🙂

E assim vou tocando a vida, fazendo escolhas. Pra experimentar a sensação do salivar, preciso sentir um mal estar, calafrios, mistura de frio e calor, preciso suar a sobrancelha. Mas quer saber? Vale a pena! 🙂

E assim começo o ano com uma pequena vitória. Palmas pra mim, por favor 🙂

 

Pra começar 2014 com mais animação

Dois mil e treze foi encerrado no silêncio da reflexão, mas eu não seria eu se deixasse o primeiro dia do ano novo passar em brancas nuvens, né? Tratei de reunir uns amigos em cima da hora e celebrar 2014 com uma moqueca baiana com sotaque carioca 🙂

Foi bem gostoso. É sempre bom estar rodeada de pessoas-querida-que-aceitam-convite-em-cima-da-hora :), é sempre revigorante ver a criançada correndo pela casa, é sempre muito gostoso passar uma tarde deixando a conversa e as gargalhadas rolarem. E claro, é sempre importante fazer a sessão infinita de fotos (com e sem flash), até que todo mundo tenha saído bonito na foto 🙂

Que venham muitos eventos como este 🙂

fora de foco e meio torta – como vocês podem ver, não fui eu quem tirou 😛

essa tá absurdamente desfocada (tô começando a achar que foi a caipirinha…)

a pré-moqueca

a moqueca

a pavlova

e ele: o pudim 🙂

a galera reunida na primeira foto do ano novo (o Nick e o Victor estavam jogando xbox, claro)

a hora do brinde pra foto

agora o brinde “espontâneo”, rs

E assim começou nosso Ano Novo.
Que 2014 seja repleto de alegrias para todos!