note to self: nunca confie no silêncio

Não é sem razão que não curto o silêncio.

Silêncio sempre me deixou inquieta, desconfortável. Essa história de casa sem barulho só  funciona pra mim, por uma horinha no máximo, pra relax (porque eu também sou filha de Deus, rs), depois disso me sinto triste, um vaziiiio – deve ser o costume de ter sempre moleques barulhentos pela casa 🙂

Hoje por exemplo, estava trabalhando nos preparativos da festinha de aniversário das crianças, quando me dei conta que a casa estava muito calma fazia bem uns 5 minutos! Casa calma com dois molequinhos, como assim?

Foi quando o Vivi encontrou com o irmão no corredor e começou a rir, falando assim:

– Nick, você tá muito funny! Tem que mostrar isso pra mamãe! Se bem que… não sei se ela vai gostar…

Na mesma hora, pulei da cadeira e fui ver o que estava acontecendo: me deparo com o pequeno cidadão cheio de calcinhas penduradas no pescoço, mais parecia um ambulante vendedor de bugigangas – ameacei rir, mas me contive, e no que ele percebeu que a arte poderia não ter me agradado, botou sebo nas canelas e saiu em disparada em direção ao meu quarto, onde entrou e fechou a porta.

Então, gente, não, não tenho fotos 🙂 – mas prometo que da próxima vez, antes me indignar eu registro o momento, como de costume, rs

 

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