dois anos e meio e o terror noturno

Nosso menorzinho já passou dos dois anos e meio e continua não dormindo a noite inteira. Tá, não vou fazer drama, há noites em que ele dorme direto, mas gente, é tão raro!

Se for pra olhar pelo lado positivo, o “bom” é que agora não precisa ser eu a ir vê-lo – lembra que durante todo o primeiro ano de vida, ele acordava a cada meia-hora a noite inteira? Pois é, agora eu posso dividir o “presente” com o papai Mauricio, que tem a vantagem de conseguir dormir fácil, mesmo após ter levantado pra vê-lo. O problema é que grande parte das vezes, não adianta apenas ir vê-lo, porque a gritaria é tão grande e assustadora, que é necessário se concentrar na tentativa de acalmá-lo. Abraço não adianta, colinho também não… nem o cabelo (que muitas vezes salva a pátria) funciona durante os episódios mais violentos. O que funciona? Tentar conversar com ele, encontrar um assunto que o interesse naquele momento – coisa que varia bastante. Esta noite por exemplo, tive que contar a estória do Toy Story, numa voz serena, até que ele pegasse no sono. Mas isso, foi depois de muita tentativa. Quer água? Quer biscoitinho? (claro que não ia dar, mas ofereço assim mesmo e quando ele diz que sim, digo que vou dar… de manhã – e ele aceita!) Quer colo? Quer cobertor? Quer…? Até achar o que lhe esteja interessando naquele momento. E isso, minha gente, pode levar muito tempo. Tempo suficiente pra pessoa grande perder o sono e às vezes a paciência. Difícil…

O terror noturno pode começar por causa de um sonho, ou de um nariz entupido. Pode ser porque ficou descoberto, ou porque sentiu calor. Acho que qualquer desconforto desencadeia o episódio. Ou então, é só coincidência e não existe motivo algum. Acontece porque tem que acontecer.

O Vivi também teve esses episódios, mas passaram antes dele completar 2 aninhos. Já os do Nick, vem piorando, ficando mais frequentes e mais intensos. Talvez seja o momento de levá-lo para olhos clínicos.

Enquanto isso, seguimos com noites mal dormidas, tendo que levantar uma ou várias vezes. Noites que quase sempre terminam com um visitante em nossa cama. Sabe aqueles visitantes que dormem atravessados? Então… Super legal… só que não.

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