o martelo mágico!

Nick agora vive atracado com um martelinho – às vezes o azul, às vezes o laranja. Tem hora que serve pra atacar, outras pra consertar. Mas o mais interessante é que a principal função do martelo é consertar… pessoas!

Vira e mexe, ele chega pra consertar a mão, o pé, a perna, a cabeça… e gentilmente dá várias batidinhas de leve com o martelo na região afetada.

Não faço a menor ideia de onde ele tirou isso, mas é muito fofo 🙂

“I hate thursdays”

Essa é a mais nova do Vivi.

Na última quinta ele criou o maior caso pra levantar – disse que não queria ir pra escola de jeito nenhum e que o pai dele sabia o porquê.

Agora eu também sei.

Às quintas, tem aula de música, que ele deveria gostar, porém… eles estão ensaiando para a primeira apresentção do ano e, coitado, ele é “obrigado a dançar com uma menina!”, vejam vocês… Como esse mundo é injusto! rs

Sim, ele tá naquela fase da vergonha, na fase do clube do bolinha. Ganhar beijo de menina é disgusting, dançar com uma então, nossa, o fim do mundo! Mal sabe ele que daqui uns anos, isso tudo vai  mudar e a mesma menininha que hoje o chama no meio da rua (coisa fofa, gente!) e pra qual ele vira a cara (!!!!!!), amanhã poderá virar o jogo.

Se bem, que do jeito que ele vai ser bonitão, acho difícil, rs. Lucky Vini. Not so lucky mum… ;P

O caso da chave de casa

Esta manhã, meu digníssimo abriu a porta de vidro (pelo lado de fora) que dá pro quintal, pra colocar os recicláveis no latão.

Uma vez que o latão estava cheio, abriu a porta da garagem com o controle remoto (e quando ele faz isso, normalmente mantém o chaveiro que tem o controle no bolso) e levou o latão pra fora, deixando aberta a porta de vidro.

Antes de sairmos de casa, eu, como de costume, chequei se todas as portas estavam fechadas. Foi quando notei que a porta de vidro estava aberta e com a chave do chaveiro  de casa pendurada do lado de fora.

Abre parênteses – Notem que uma mesma chave, abre todas as portas da casa – fecha parênteses

Peguei a chave, passei pro lado de dentro, tranquei a porta e devolvi a chave (do chaveiro de casa) pra porta da frente, que é onde ela fica. Chequei se a porta da frente estava trancada e saí, pela porta dos fundos, em direção à garagem, onde marido e filhos estavam já dentro do carro esperando.

Entrei no carro e perguntei: ué? cadê a chave do carro? Ao que o marido respondeu: “na porta”.

Procurei na porta dos fundos (que é onde a chave do chaveiro do carro fica). Nada. Avistei a chave na porta de vidro, por dentro! How come??? Enfim, entrei, peguei a chave (chequei novamente se a porta de vidro estava trancada), fui pro carro e perguntei pro marido: “por que esta chave estava na porta de vidro?” Ao que ele, com toda naturalidade do universo me responde: “ué, foi com ela que eu abri a porta pra retirar os recicláveis…”

Ahn?????? Você abriu e fechou a porta esta manhã com a chave do chaveiro do carro?

Marido: Não… Eu só abri

Eu: Pois é, só que a chave que estava na porta quando eu fechei, era a chave do chaveiro de casa (e não dá pra confundir, porque esta tem só uma chave!)

Marido: ….

Eu (enlouquecida): Você abriu a porta pelo lado de dentro?

Marido (calmo): Não, pelo lado de fora…

Eu (totalmente descabelada): Mas a chave que estava do lado de fora não era a do chaveiro do carro! E a chave do chaveiro do carro não estava do lado de dentro, quando EU fechei a porta!

M: bom, eu tenho certeza que  eu abri a porta pelo lado de fora com a chave do chaveiro do carro… e que não fechei a porta depois.

E: e eu tenho certeza que tirei a chave (do chaveiro de casa) do lado de fora, fechei a porta pelo lado de dentro e devolvi a chave pra porta da frente. Mas como a chave do chaveiro do carro foi parar na porta de vidro pelo lado de dentro, se nem eu, nem você a colocamos lá?

M (com a calma dos insanos): não sei…

E (fora de si, transtornada e, provavelmente, com cara de maluca): COMO ASSIM????

…………….

Não, este problema não foi resolvido. Ainda não sabemos o que aconteceu…

Mas deixo aqui algumas opções sinceras:

1- A Erica está com a saúde mental comprometida, delirando, ficando maluca;

2- O Mauricio está com a memória comprometida, mais distraído que o normal;

3- Tem algum espírito de porco bagunçando o coreto aqui em casa.

 

Savacol

Semana passada fomos ao dentista – sim, the whole family- e voltei de lá com a missão de usar por duas semanas, duas vezes ao dia, o tal do savacol. Eu sempre tive sensibilidade à enxaguantes bucais, Mas esse aí superou qq outro. Usei por dois dias e perdi completamente meu paladar. Não sentia sal, não sentia doce. Sentia apenas pimenta, e só. Claro, conseguir identificar se era salgado ou doce eu conseguia, mas sabor que é bom? Nada!
Resultado? Parei de usar. Sim, porque segundo bem disse meu marido, do que adianta ter dentes se não se sente o sabor do que se come? Rs
Uma amiga comentou: esse savacol deveria ser prescrito pra pessoas que querem emagrecer…
Mas o pior eh que nem pra isso serve, porque, não sei vocês, Mas euzinha aqui não perco a vontade de comer soh porque não sinto os gostos. Soh fico com raiva e frustrada. Entao, pra mim, não serve pra nada. Humpf!

A saga do thai

Terça-feira, dia em que não só o Vivi está na Escola, como o Nick está na crèche. Dia perfeito pra um almoço tranquilo, a dois no Thai.
E lá fomos nós, eu e maridinho, ao thai de Black Rock. O dia estava lindo e eu morrendo de vontade de comer um green curry bem apimentado.
Na verdade, o thai que eu queria ir era o de Mordialloc, mas como quase todo restaurante pra esses lados, só abre pro jantar, entao o jeito foi aceitar a vida como ela é.
Chegando lá, o maridinho foi sacar cash, porque esse restaurante não aceita cartão, e quando finalmente chegamos à porta, um aviso: fechado para reforma! Reabre semana que vem. Seria isso um aviso?
A vontade era muito grande, acessei o Urban Spoon pra encontrar um outro thai bem ranqueado e que abrisse pro almoço. Encontrei um do lado de casa. E lá fomos nós, voltamos para o ponto de partida.
Só que, chegando lá, adivinhem??? Estava fe-cha-do! Excepcionalmente fechado pra almoço exatamente naquele dia, o dia em que eu estava sedenta por um thai.
Àquela altura, quem conhece o Mauricio, pode imaginar que ele jah estava sugerindo um fish’n chips, Pizza Hut, Subway – Tudo a ver né? So que não…
Eu, desesperada de vontade, pedi socorro ao urban spoon novamente e encontrei um em Bentleigh. Dessa vez, liguei antes pra ter certeza que não dariamos de cara na porta one more time. Estava aberto – yay!!!
La fomos nós.
Chegando lá, paramos o carro e embora na porta o sinal dissesse welcome, estava trancado, Tudo apagado. Será possível??? Acabei de falar com o cara! Será que mudou de endereço???
Foi quando olho pro número na porta. Não era ali! Come on! What are the odds? Dois Thais 4 lojas à parte??
E era! Avistamos um pouco mais adiante o nosso thai. Entramos e finalmente pude comer meu green curry apimentado 🙂
Aí você me pergunta: tava gostoso? Valeu a pena insistir??
Well, to tell you the truth, não sei. Simplesmente não senti o gosto – soh a pimenta. Mas não eh culpa do thai mas do savacol, que mandou meu paladar passear e eu soh espero que ele lembre o caminho de volta, cos I miss it so much!
Em defesa do thai, o maridinho elogiou bastante o prato dele. Já eu não senti o gosto nem da comida, nem da balinha que comi depois.
Acho que o primeiro thai estar fechado era sim um sinal afinal.

As primeiras férias escolares

É, gente, as primeiras férias escolares, a gente nunca esquece.

Após essas duas semanas de break, nosso nem-tão-pequeno não está nadinha interessado em voltar às aulas. Vai ser dose!

Entre ovos de Páscoa, criançada, idas ao cinema, xbox, muita brincadeira em casa e no parque, Vinizinho ficou feito pinto no lixo.

E pra fechar com chave de ouro, no último fim de semana das férias, ele recebeu seu amigão Isaac pra um sleepover. Foram 24 horas de muita alegria, muita diversão. Foi tão bom, que no momento em que seu amigo foi embora, o Vivi ficou tão triste que chorou sentido – porque sabe que em breve o amigo vai passar férias no Brasil e eles ficarão meses sem se ver. Partiu meu coração 😦

Difícil agora vai ser trazer meu pequeno bagunceiro pra realidade, pro dia-a-dia, pras (poucas) obrigações que ele tem nessa vida. Ele vai reclamar, vai espernear, vai dizer “it’s not fair”, mas fazer o que? Sorte dele que em 10 (ou 12?) semanas, tem mais férias 🙂

Mas até lá, boa sorte pra quem vai ter que lidar com suas reclamações, falta de atenção e extrema agitação.

Boa sorte pra mim – e pro marido… e pra professora :O|