De Phuket: terceiro dia

Pra variar, fomos dormir cedo e, claro, acordamos mega cedo. Antes do sol nascer a família já estava de pé. Por aqui devem achar que somos turistas muito estranhos mesmo – onde já se viu  ser, todos os dias, os primeiros a chegarem pro breakfast? E famintos, né?

Ponto importantíssimo que esqueci de comentar é o sucesso que o Nickitito faz. É so ele aparecer que o staff se reune em volta e tenta, mesmo com seu inglês mega quebrado, se comunicar. “how old are you?” perguntam pra mim, apontando pro Nick. “where are you prom?”(é, com P mesmo); what’s your name?; “big eyelashes, no mascara!hihihih”; “handsome boy, handsome boy!”, são algumas das frases feitas que ouvimos constantemente. Nossa mesa está sempre cheia de gente em volta, homem, mulher, tanto faz, todos encantadíssimos com o Nick, que não deixa por menos e capricha no charme. Muito diferente do irmão na mesma idade, Nickito, espalha sorrisos, oferece seus brinquedos e faz carinha bonitinha pra quem quer que venha saudá-lo. Um fofo. E, claro, vendo tanta simpatia, uns pegam no colo, outros apertam bochecha, dão beijos e abraços e ameaçam levar pra casa :-). Acho que se eu quisesse até conseguiria um baby sitting for free 😉

Hoje passamos a manhã na praia, pra tentar acostumar o pequeno à areia (porque se vamos passar o dia em Phi Phi Island, o mínimo que precisamos é que ele supere sua aversão à areia) e também porque o Vivi simplesmente vai à loucura na praia. Cada ondinha que o derruba é uma gritaria de alegria. De longe dá pra sentir –  ou melhor, ouvir! – a alegria dele. Canta, grita, dá gargalhadas… pinto no lixo é triste perto dele no mar 😉

Apesar do hotel ser na praia, esta não é particular e tudo se paga (baratinho, mas paga). Tem barraquinhas vendendo bóias, brinquedos de praia, oferecendo tipos variados de massagens, manicure/pedicure, comidinhas… sem falar dos ambulantes que vendem desde vestidinhos de praia até artesanato, redes e tecidos. Me senti numa praia do nordeste brasileiro.

Quando eu digo que o baby Nick é bem diferente do baby Vini, não é a toa. Conseguimos até jogar (ou melhor, tentar jogar) frescoball e não fosse nosso alto nível de enferrujamento, teríamos até nos exercitado/divertido bastante, apesar do Vivi ter se empenhado bastante em atrapalhar.

Agora estamos aqui no meio do dia, Mauricio tira uma sonequinha na espriguiçadeira na varandinha do nosso studio em frente à piscina, enquanto o Vini perturba e o Nick curte um ar condicionado e assiste a galinha pintadinha.

A fome está apertando, essa história de praia, sol, piscina, além de cansar, dá uma fome thailandesa! Vou voltar 10 quilos mais pesada, aff…

Notinha rápida: agora a  noite apareceu um visitante no quarto: uma ba-ra-ta!!! Daquelas que andam de salto alto, sabe? E quem me conhece sabe que eu tenho pavor de barata, né? E pra deixar a situação um pouco pior, ela sumiu! Deus me ajude.

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