De Phuket: Primeiro dia

Do aeroporto até o hotel, tivemos por várias vezes a sensação de estar no Brasil, passando por alguma daquelas estradas que cortam cidadelas, no caminho pra serra ou pra praia. As construções são como as brasileiras: tijolos de barro, vigas e colunas em concreto, telhas de barro. Até o, digamos, estilo condiz com o que encontramos no Brasil. Não fosse o fato de aqui também se dirigir do lado esquerdo – com na Austrália – poderia jurar que estava na terrinha.

Muito embora a diferença de fuso seja de ridículas 3 horas, tivemos um jetleg responsa! – talvez pela longa viagem (cerca de11 horas) sem muitas oportunidades de descanso por causa das crianças (acho que preciso tirar férias sem eles pra descansar realmente).

Chegamos, nos trocamos e fomos curtir uma piscininha – diminutivo carinhoso, porque de inha não tinha nada, rsrsr. São 7 piscinas nem geladas nem quentes, simplesmente perfeitas.

E qual não foi nossa surpresa quando ao entrarmos na piscina, a animadora da piscina colocou uma musica brasileira? É engraçado como, por mais que a gente nunca tenha ouvido a música, tampouco seja fã do gênero, ao ouvir a música do macaco a  gente se sentiu em casa.

Terra escandinava.

Raridade é encontrar gente que fale inglês nessa terra. Mas se você fala alemão, russo ou qualquer lingua escandinava, aqui é o seu lugar :-). Em geral, os turistas são europeus, mas você também encontra neguinho dos olhos puxados. Nem tô me sentindo tão ET por usar biquini brasileiro – não depois que eu vi o tamanho de algumas sungas. A mulherada usa biquinão, mas não parece se importar com o tamanho do biquini alheio – melhor pra mim (não que meu biquini seja muito pequeno… foi-se o tempo, mas ainda assim, biquini brasileiro é bem menor que qualquer outro).

O hotel em que estamos é altamente direcionado pra crianças, o que não falta é atração pros pequenos. Tem até três personagens que volta e meia surpreendem um hospede distraído. Então é bom ficar ligado, especialmente se você, como eu, é facilmente assustável, porque um elefante, uma girafa e um urso andam soltos por aqui.

E por falar em elefante… Nickito está encantado com uma estátua de elefante perto do restaurante. Sempre que passa perto, tem que parar pra dar um alozinho.

Vivi anda meio inquieto, tentando fazer contato com outras crianças, mas infelizmente os hóspedes aqui não falam ingles e aparentemente não estao dispostos a se comunicar pela linguagem universal dos gestos. Um pouco frustrante, tadinho.

 

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