Duda (e Dan e Bruninho) – da série: certas coisas não mudam nunca

Ainda em nossas primeiras semanas aqui, reencontrei uma amiga de longa data. Amiga mesmo, daquelas que você pode ficar sem ver, sem falar ou trocar e-mail por muito tempo, mas quando encontra, parece que passou uma semana apenas, sabem? Amiga que eu conheci na alfabetização, que virou best friend no ginásio, que mudou de colégio junto comigo, que andava tão junto que muitos chegavam ao ponto de achar que éramos não apenas irmãs, mas gêmeas! Amiga que muito embora tenha escolhido outra carreira nunca deixou de ser presente. Amiga que foi minha madrinha de casamento e afilhada também, amiga que eu amo de paixão e que mesmo depois que eu saí do país sem data pra voltar, nunquinha desistiu da nossa amizade. Coisa rara. É a Duda, esposa do Dan e mãe do Bruninho, uma pessoa de ouro, daquelas que tem morada eterna no meu coração. Mas chega de rasgar seda, só queria deixar registrado nosso reencontro após esses três anos sem aparecer por aqui e dizer que apesar da saudade gigante, parecia que havia 3 dias que não nos víamos e isso é daquelas coisas impagáveis. Quando eu digo que sou uma pessoa de muita sorte, não é atoa.

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