A dinda do Vivi – da série: certas coisas não mudam nunca

Logo que chegamos tivemos a sorte de encontrar com nossa boa e velha amiga a tia dinda Gi, que veio lá dos States pra passar uns diazinhos em terras cariocas e nos concedeu a graça de sua companhia.
A Gi foi figurinha fácil em nossas vidas por 4 anos, quando o destino nos mandou de Bloomington pro outro lado do mundo. Ela marcou presença no nosso blog antigo o Um Em Dois, é totalmente da família – daquela família que a gente escolhe a dedo, sabem? É a dinda do Vivi, nosso primogênito.
Passamos um dia fantástico com ela e seus pais, a Aurora e o Roberto, dois fofos e muito queridos. O único problema é que encontros assim, ao mesmo tempo que servem pra matar um pouco das saudades, ao final dão um aperto tão grande no coração que eu chego a ficar triste.
A verdade é que nossa vida itinerante nos dá de presente pessoas fantásticas com uma mão e quando a gente pisca, com a outra mão a vida nos leva pra longe delas. Um saco isso. E a Gi é desses presentes que eu queria sempre juntinho de mim, ao alcance de um abraço. Mas como não podemos ter tudo ao mesmo tempo, só me resta aproveitar cada momento ao máximo e deixar registrado aqui, em nossos álbuns de família, em minhas lembranças e em meu coração.

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