de volta à programação normal

Após quase uma semana inteira de dias díficeis e noites inacreditáveis o resultado foi uma mamãe-zumbi extremamente exausta. Eu não sei como é a vida das outras mães que vivem longe da família, mas certamente o sucesso da minha vida depende e muito de ter meu maridinho por perto – o mais perto possível. Não só ele me ajuda em tudo, como me dá apoio e ombro amigo. Tá sempre aqui, pro que der e vier. De lavar a louça no fim do dia a dar banho nas crianças, de fazer o brunch do fim de semana ou fazer o bifinho do jantar (eu odeio fazer fritura eu mesma) ele é sempre muito participativo e talvez por isso me faça ainda mais falta quando por ventura (e muito raramente) tem que se ausentar.

Mas sobrevivi. E já começo a me desesperar só de pensar que em um mês, muito provavelmente, fará outra viagem, possivelmente mais longa. Deus me ajude!

O fato é que foram dias bem cheios estes que passamos sem o “papai Mauricio”. Manhãs em que, muito embora deixasse tudo organizado na noite anterior, tudo prontinho pra só alimentar as crianças, trocar os pijamas e sair, nunca levava menos de duas horas. Sete da manhã? Já estava cansada de estar acordada, mas a sensação é que eu pegava uma criança e a outra escorregava dos meus braços, num loop constante e algumas vezes só conseguia enfiar todo mundo no carro quase 3 horas depois! O terceiro filho? Ha! Acho que vou é esperar pelos netos 🙂

Baby Nick teve seu período de adaptação na creche durante essa semana tumultuada e muito embora eu tenha ficado com ele o tempo todo, só de estar num ambiente diferente, com pessoas diferentes e atenções divididas, já é uma mega mudança. Mas elezinho se comportou muito bem.

Na terça última, cheguei com os meninos na creche às 9:30, deixei o Vini no Kinder e fui pro Baby’s room com o Nick, onde fiquei por meia hora até ele desgrudar das minhas pernas e começar a explorar o ambiente. Saí – mas, claro, fiquei no café ao lado – trabalhando no meu projeto? Não, nos detalhes dos aniversários dos meninos. Vergonha, né? Parece até que não tenho mil e uma outras coisas pra fazer. Mas eu não resisto, me enrolo mesmo.

Pra minha alegria, maridinho chegou e ao invés de ir pra casa, foi lá me encontrar, que felicidade! Ficamos por lá até o meio da tarde – não no café, mas no escritório do Mauri – pra que eu pudesse amamentar a cria na hora do almoço, já que o bonitinho não aceita fórmula, tampouco mamadeira.

Diria que o primeiro dia do baby encrenquinha foi ótimo, apesar de sua paciência ter terminado pouco antes das 3 pm, quando apesar de super cansado, se recusava a dormir. Tá bom, né? Não vamos exigir muito da cria. Amanhã, sexta, é dia de creche novamente. Espero que ele se comporte direitinho e deixe a mamãe aqui trabalhar no projeto dela, afinal preciso sair logo do papel e entrar na internet 😉

Em tempo: Vivisauro tá que tá. Foi ótimo ele ter ficado sob minha exclusiva jurisdição esses dias. Pra vocês terem uma idéia, o pequeno deu duro no papai, falando assim: “Papai, tem que catar essa bagunça! Não pode deixar nada espalhado, tem que catar antes de dormir, senão vai pro castigo!”. Tão orgulhosa 🙂
Vamos ver até quando dura isso…

Ah! Antes que eu me esqueça, Chris, acho, mas apenas acho, que você tem razão, podem ser os dentes os grandes vilões, culpados pelas noites mal dormidas – estão nascendo 4 ao mesmo tempo! – entretanto, nem paracetamol nem dipirona adiantaram nadinha :(. Desespero! O bichinho tem acordado, sei lá, de hora em hora quase todas as noites… Parece um cachorrinho tentando encontrar uma posição boa pra dormir. Dá uma peninha… não sei mais o que fazer 😦

One Comment

  1. Oi Erica!!! To com peninha de vc sem dormir!!! Depois das crianças a gente não dorme mais a mesma coisa ne! Olha eu resolvi isso com as 2 trocando-as de cama. A Larissa passou a dormir em um colchão no chão aos 9 meses e só mais tarde comprei uma caminha por medo dela cair.A Luisa com 1a e 2 meses foi para o colchãozinho tb.Pelo menos nessas horas, eu deito ao lado, bato no bumbum, abraço e não preciso tirar dali. Alguns dias o cansaço me faz dar uma cochilada ali mesmo… mas melhor assim, do que pra lá e prá cá com criança chorando de noite…beijos e boa sorte!Gabi

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