onze meses

“Parabéns pro bebê/ Que é muito fofinho/ E daqui a um mês/ Vai fazer um aninho!/ Viva o bebê!!”:)
Após meu post reclamão, aqui vai um update do bebezuco – sim, aquele que ainda acorda de hora em hora durante a noite, que aina mama no peito e que vive grudado na mamãe: socorro!!!!
Bem, Bebezuco é ótimo (tirando os detalhes acima). Lindo, sorridente ( e põe sorridente nisso! Somando os crescidos aos crescentes, são 9!), bom de colher (come feito criança grande: muito e de tudo), ligeiro nos quatro apoios (e afoito nos dois com o auxílio de uma mão amiga). Adora abrir portas de armários e gavetas e não satisfeito, tirar tudo de dentro. é um tal de potes pelo chão da cozinha, dvds pelo chão da sala, brinquedos pelo chão do playroom e roupas pelo chão do quarto, que eu vou te contar! Super ativo, ele está encantador – ainda mais pra quem não passa as noites horrorosas com ele (olha a revolta, Erica…). Desespero à parte, bebezuquito é sim muito fofo e muito embora me mate de cansaço, posso afirmar que cada abracinho que recebo, cada mordidinha no queixo, cada sorriso, cara carinho… tudo contribui pra amenizar o desespero e saber que vale a pena, que é muito gostoso e que (mandem vir a camisa de força) tudo vale a pena! – até ele crescer e ter sua primeira namoradinha e ignorar todas as incontáveis noites mal dormidas que a mamãe aqui passou por causa dele. Ah, a namorada que me aguarde, porque esse aí tem uma dívida grande comigo, hahahaha (gargalhada da madrasta da Branca de Neve!).
Mas por enquanto vou curtindo o que o cansaço me permite curtir e esperando que dias noites melhores venham.
Pra não perder o costume, uma amostrinha do pequeno aos 11 meses de vida 😉

baby Nick não quer mais saber do amigo Leonel pra andar pela casa, a onda agora é empurrar esse banco alto – faz um barulho tão legal, vocês não tem idéia. E lá vai ele…

Ah sim, antes que eu me esqueça, bebezuco-chuchuzinho segue indo à creche duas vezes na semana e apesar do show de berros e choro que enfrento quando o deixo lá (isso porque sempre faço uma transição de pelo menos  meia-hora ), tem passado bons dias, comido direitinho e até interagido com outros bebês, especialmente a Malaika, que é apenas um mês mais velha que ele. Not bad…

long time…

Tá, nem tão longo assim, mas do jeito que eu ando cansada, parece que não apareço por aqui faz milênios.

A vida tá corrida, ando sem tempo pro xixi, quem dirá pra lavar os cabelos. Meus banhos são a jato, aliás, sou sempre a última a tomar banho, comer, dormir. Dormir? Ah, isso é coisa que não faço já faz quase um ano – sim, porque no ponto em que eu tô, aquelas noites mal dormidas por conta da mega barriga na qual little Nick habitava, eram noites maravilhosas. Pra vocês verem que tudo na vida é relativo.

O fato é que tô o bagaço do bagaço, completamente exausta, sem forças nem pra raciocinar.

Semana passada perdi minha hora no salão (e só me dei conta no fim do dia) e o jantar de aniversário de duas amigas. Qualquer dia ainda esqueço uma criança pra trás, ou saio de casa de pijama, ou, pior, esqueço o caminho de casa (pior? sei não…). Tô precisando urgentemente de férias. Férias mesmo. Ou então, pra não dizerem que sou gananciosa, queria dois dias só pra mim, num spa. Sem ter que fazer comida, arrumar a casa, limpar o banheiro, fazer a laundry, trocar fralda, amamentar, dar banho no bebê, no Vivi, enfim, dois dias tendo uma equipe pra cuidar de mim – pra variar um pouquinho.

Ando tão sobrecarregada que o estresse tomou conta do meu ser e o pavil já não existe mais. Não me reconheço. No espelho aquele reflexo já não me pertence. Tô no piloto automático e o problema é que essa versão beta do piloto está apresentando vários erros. Quero a minha mãe! (Mas antes, quero passar dois dias fazendo nada num spa, comendo comida que eu não fiz, tomando banho demorado, lendo  – tem noção de há quanto tempo nao sei o que é ter tempo pra começar e terminar um livro??? – dormindo por 8 horas consecutivas, sem ter que acordar a cada badalada pra acalmar o bebê).

Dizem que depois da tempestade vem a bonaça, pois eu estou aqui, no meio do tsunami esperando a calmaria faz tempo. Faz um ano. Tá, vou reclamar de que? Nesse último ano, por uma ou duas noites até dormi por 4 horas consecutivas! Além do que, as crianças são saudáveis, graças a Deus, a gente não tá contando moeda e muito embora estejamos muito longe da família, temos amigos maravilhosos à nossa volta.

Mas, gente, como um bom exemplar de ser humano, sou fraca e reclamo mesmo: preciso dormir senão vou enfartar. Sim, porque surtar eu já surtei. Já dei ataque de pelanca, já me aborreci, até gritei pra não explodir… mas a sensação é que vou explodir anyway e falta pouco.

Entretanto, no meio do temporal, tenho dois aniversários de criança pra organizar (sem contar o do marido), uma casa pra empacotar, um apartamento pra entregar, uma cirurgia pra fazer, malas pra arrumar, dois sites pra “finalizar” (finalizar, ha-ha-ha), uma lista de projetos pra preparar… Tudo nos próximos dois meses, que tal? Claro, isso sem falar que ainda tem casa pra cuidar, comida pra fazer, criança falando alto, aprontando e desobedecendo, bebê literalemte agarrado nas minhas pernas (e quando não, berrando desesperadamente como se o mundo fosse acabar) e marido doente (por uma semana já). Fala sério, foi ou não foi um mix de pedra na cruz, caipirinha no cálice sagrado e chiclete de baixo da mesa da santa ceia? Só isso explica.

Mas passei aqui só pra desabafar, agora acho que posso respirar fundo, contar até 10 e parar de reclamar porque mal ou bem, como eu disse lá em cima, as crianças são saudáveis, a gente não tá contando moeda e tem bons amigos (isso aí, só Poliana salva)

Mas se der pra rolar um milagrezinho, que seja um caprichado, daqueles que te (me) permitem voltar a dormir noites dignas de pelo menos 6 horas consecutivas. Fala sério, se é pra pedir milagre, vou pedir logo um milagre inteiro: Não dá pra rolar 9 horas bem dormidas a partir de hoje, não? 🙂

milagre do dia dos pais

Ontem foi Dia dos Pais, mas no apagar das luzes quem ganhou um presentão foi a mamãe aqui 🙂
O dia começou com um despretensioso e improvisado (porém  gostosinho) café da manhã: crepe de brie, tomate e presunto de entrada  e de chocolate com banana (um luxo nessa terra aussie) e mais chocolate pra fechar. Not bad 🙂
Aproveitando que o dia estava surpreendentemente agradável, passamos a tarde fora com as crianças. Até o bebezuco se esbaldou – e quase comeu pedra. Vivisauro ficou soltinho e bebezuco bem entretido explorando o mundo a sua volta – até as gaivotas foram perseguidas pelo nosso aprendiz de peralta. E crianças entretidas é sinônimo de paz pros pais 🙂 Deu até pra conversar sem a interrupção de um bebê manhoso chorando por colinho ou de molequinho gritalhão querendo atenção. Coisa boa!
Mas gente, o melhor de tudo foi o resultado do dia: crianças (beeeeeeem) cansadas.
Bebezuco só foi tirar sua soneca da tarde lá pelas 5. Mas a surpresa foi que apesar de ter acordado às 6, não quis muito papo, mamou e capotex novamente. E, gente, sabem que horas elezinho acordou novamente, contrariando todas, eu disse TODAS as expectativas? CINCO E MEIA DA MANHÃ! Juro, eu mal consegui acreditar e claro acordava de hora em hora já esperando ser chamada. Bebezuco dormia um soninho tão profundo – como nunca antes nesses quase onze meses – que chegou a me perturbar e às três da matina acordei de um pesadelo para a insônia. Sonhei que bebezuco não acordava porque havia se enroscado no cobertor e não conseguia respirar. Um sufoco! Claro, levantei e fui ver se estava tudo OK. Ele dormia o sono dos justos. Voltei pra cama e  fiquei de plantão por pouco mais de uma hora. Aí foi assim: bebezuco acordou às 5:30 pra mamar, mamou e dormiu por mais uma hora. Não podia ser sempre assim? A noite foi tão tranquila que nem o Vivi chamou “papai… mamãe…” Não se ouvia nada, a não ser um ronquinho do Vivi vez por outra.
Mesmo com uma insônia no meio do caminho, tenho que dizer: dormi tanto que cansei! 🙂
Hoje o dia amanheceu geladinho, não vai rolar bricadeira no parque 😦 Quem aproveitou aproveitou. Sabe-se lá quando terei outra oportunidade de dormir assim…
Mas valeu o milagre do Dia dos Pais 😉

Em tempo: Deixo aqui um parabéns bem grande pra todos os Super Pais que como o meu e o dos meus filhotes fazem valer o título. Feliz Dia dos Pais!

de volta à programação normal

Após quase uma semana inteira de dias díficeis e noites inacreditáveis o resultado foi uma mamãe-zumbi extremamente exausta. Eu não sei como é a vida das outras mães que vivem longe da família, mas certamente o sucesso da minha vida depende e muito de ter meu maridinho por perto – o mais perto possível. Não só ele me ajuda em tudo, como me dá apoio e ombro amigo. Tá sempre aqui, pro que der e vier. De lavar a louça no fim do dia a dar banho nas crianças, de fazer o brunch do fim de semana ou fazer o bifinho do jantar (eu odeio fazer fritura eu mesma) ele é sempre muito participativo e talvez por isso me faça ainda mais falta quando por ventura (e muito raramente) tem que se ausentar.

Mas sobrevivi. E já começo a me desesperar só de pensar que em um mês, muito provavelmente, fará outra viagem, possivelmente mais longa. Deus me ajude!

O fato é que foram dias bem cheios estes que passamos sem o “papai Mauricio”. Manhãs em que, muito embora deixasse tudo organizado na noite anterior, tudo prontinho pra só alimentar as crianças, trocar os pijamas e sair, nunca levava menos de duas horas. Sete da manhã? Já estava cansada de estar acordada, mas a sensação é que eu pegava uma criança e a outra escorregava dos meus braços, num loop constante e algumas vezes só conseguia enfiar todo mundo no carro quase 3 horas depois! O terceiro filho? Ha! Acho que vou é esperar pelos netos 🙂

Baby Nick teve seu período de adaptação na creche durante essa semana tumultuada e muito embora eu tenha ficado com ele o tempo todo, só de estar num ambiente diferente, com pessoas diferentes e atenções divididas, já é uma mega mudança. Mas elezinho se comportou muito bem.

Na terça última, cheguei com os meninos na creche às 9:30, deixei o Vini no Kinder e fui pro Baby’s room com o Nick, onde fiquei por meia hora até ele desgrudar das minhas pernas e começar a explorar o ambiente. Saí – mas, claro, fiquei no café ao lado – trabalhando no meu projeto? Não, nos detalhes dos aniversários dos meninos. Vergonha, né? Parece até que não tenho mil e uma outras coisas pra fazer. Mas eu não resisto, me enrolo mesmo.

Pra minha alegria, maridinho chegou e ao invés de ir pra casa, foi lá me encontrar, que felicidade! Ficamos por lá até o meio da tarde – não no café, mas no escritório do Mauri – pra que eu pudesse amamentar a cria na hora do almoço, já que o bonitinho não aceita fórmula, tampouco mamadeira.

Diria que o primeiro dia do baby encrenquinha foi ótimo, apesar de sua paciência ter terminado pouco antes das 3 pm, quando apesar de super cansado, se recusava a dormir. Tá bom, né? Não vamos exigir muito da cria. Amanhã, sexta, é dia de creche novamente. Espero que ele se comporte direitinho e deixe a mamãe aqui trabalhar no projeto dela, afinal preciso sair logo do papel e entrar na internet 😉

Em tempo: Vivisauro tá que tá. Foi ótimo ele ter ficado sob minha exclusiva jurisdição esses dias. Pra vocês terem uma idéia, o pequeno deu duro no papai, falando assim: “Papai, tem que catar essa bagunça! Não pode deixar nada espalhado, tem que catar antes de dormir, senão vai pro castigo!”. Tão orgulhosa 🙂
Vamos ver até quando dura isso…

Ah! Antes que eu me esqueça, Chris, acho, mas apenas acho, que você tem razão, podem ser os dentes os grandes vilões, culpados pelas noites mal dormidas – estão nascendo 4 ao mesmo tempo! – entretanto, nem paracetamol nem dipirona adiantaram nadinha :(. Desespero! O bichinho tem acordado, sei lá, de hora em hora quase todas as noites… Parece um cachorrinho tentando encontrar uma posição boa pra dormir. Dá uma peninha… não sei mais o que fazer 😦

5 dias e 5 noites sem o marido

O primeiro deles teria sido bom, não tivesse terminado com um mega tombo escada a baixo. Quem? Eu (com o Nick no colo, claro).

Era noite, por volta das 8:30, crianças cansadas, alimentadas, de banho tomado e dentes escovados, cheirosinhas e prontinhas pra ir pra cama – bom, o Vivi pelo menos estava. Dei uma arrumada básica na sala e na cozinha, eu e Vivi catamos os brinquedos do playroom, apagamos as luzes e descemos – “com muito cuidado pra não cair”, avisei, como sempre faço, ao Vivi. Um, dois, três, quatro e quase na metade da escada, minha pantufa (que tem solado anti-derrapante) resolveu que estava cansada e tibum!, me jogou no chão e eu desci a metade final de bumbum. A sorte é que instinto de mãe é proteger as crias, então, graças a Deus, baby Nick que estava no colo, não sofreu um arranhão sequer – mas ficou muito assustado, coitado – e o máximo que aconteceu foi que o segurei tão firme que o coitado deve ter sentido seus ossinhos esmagados.

Vivisauro, que segurava minha mão livre, também não caiu, porque, não me pergunte como, eu me “segurei” com os cotovelos e mantive a mão que segurava o Vivi pro alto.

Claro que eu vi tudo acontecendo em câmera lenta e que doeu pra caramba.

Quando cheguei laaaaaaaaaaaaaaaá embaixo, tive uma crise de choro, não só porque estava doendo pra caramba, mas principalmente porque fiquei desesperada com a possibilidade de acontecer algo pior – o que seria das crianças? Ai, gente eu sempre penso nisso. Sempre penso que se um dia, que Deus me livre, acontecer alguma coisa comigo e eu estiver sozinha com as crianças, como vai ser? Isso me deixa em pânico. E não, eu não sou dessas pessoas que só pensam no pior, de modo algum. Mas tem coisas que, após a maternidade, me assombram, ainda mais que a gente não tem a família por perto.

Enfim, caí, o que me rendeu um hematoma gigante e horroroso, que não me deixa sentar, nem deitar do lado esquerdo. Um hematoma tão feio e tão preto que o Vivi ficou assustado quando viu hoje pela manhã. Os braços também ficaram machucados e ainda doem, mas muito pouco quando comparados ao bumbum.
A cena foi tão assustadora que o Nick abriu o berreiro – mesmo sem ter batido em lugar nenhum –  e eu, nervosa, não consegui me conter, o que deixou o pobre Vivi apavorado. O pobrezinho ficava repetindo: “that’s alright, mamãe, you’re gonna be fine, I’ll take care of you…” E pra completar, ainda teve a cerejinha no topo: “você precisa comer mais, mamãe, tá muito fraquinha, por isso caiu.. eu não caí, porque eu como bastante…”

Depois disso, tive que tomar dois comprimidos de voltarem pra conseguir lidar com a dor. Confesso que não adiantou muito, não :(. E ainda tive que lutar por uma hora pra fazer o Nick dormir. O Vivi, gracas a Deus, capotou de exaustão.

A noite que começou mal, foi mal até amanhcer, porque bebezuco acordou 6 vezes, entre 9:30 da noite e 6:30 da manhã, que tal?

Tão cansada.

Só espero que esta noite seja melhor, e que ninguém caia da escada.

night terror? só de vez em quando

E quando achei que havia encontrado, não a solução para, mas pelo menos o motivo das minhas noites mal dormidas, eis que o motivo varia. Ora é o tal do terror noturno (uma vez por semana, diria), ora é outra coisa – que não sei o que é, logo, o mistério ainda está no ar.
Durante a última semana, cada noite foi uma estória diferente, cada noite era uma coisa que resolvia e às vezes nada resolvia e eu tinha que ficar às vezes por horas a fio tentando acalmar um bebê histérico.
Bom, algumas coisas que foram riscadas da lista das possibilidades:
1-Fome – impossível! Baby Nick come mais que o Vivi, come e mama feito um leão faminto. Vai dormir sempre de barriguinha forradinha.
2- frio/calor – descartado também, já que agora conseguimos regular a temperatura do quarto
3- nariz entupido – graças à sugestão da tia Polly, de colocar o vaporizador da Vick no quartinho deles, os meninos não sofrem mais à noite com nariz entupido por causa de possíveis gripes/resfriados
4- medo do escuro – não pode ser, tem sempre acesa a luz da babá eletrônica
5- fralda cheia – nunca é o problema
O que pode ser então? Alguma sugestão?
Tá certo que ele nunca foi bom na arte de dormir, nunca dormiu uma noite inteira, mas teve uma fase boa (e curta) quando acordava uma vez no meio da noite e uma de manhã cedinho – ai que saudade desse tempo, que apesar de breve foi intensamente curtido.
Tem noites que bebezuco acorda e é só ir lá e colocar a mão em cima dele que ele volta a dormir. Mas aí, na noite seguinte, o que ele quer é ir pra nossa cama (mas em geral, acorda novametne querendo voltar pro berço). E quando a gente acha que descobriu a pólvora, vem a noite e ele só quer ficar no colo, não aceita berço nem cama. “Ah, ele quer ficar com a mamãe…” Ha, antes fosse! Acreditam que tem noite que ele se contorce no colo? Essas são as piores, porque geralmente ele não quer nem ficar no colo, nem no berço e nem na cama. E as noites em que ele, após dormir por 4 ou 5 horas, acorda serenamente e decide que tá bom e quer brincar? Pânico! Eu poderia continuar listando mais umas 3 ou 4 situações noturnas diferentes, acreditem. E geralmente é assim: cada noite um comportamento diferente. Eu sinceramente já passei da fase de zumbi faz tempo. Nem sei mais como caracterizar minha situação. Gente, noite boa é aquela em que ele acorda só três vezes e não leva uma hora pra voltar a dormir.
Se você já passou por isso ou conhece alguém que passou e sobreviveu, sou toda ouvidos e aceito conselhos =O|

bebezuco vai à creche… será?

Entre decidirmos que Bebezuco precisava ir a creche dois dias na semana (pra eu ter tempo pra me dedicar ao meu projeto) e conseguirmos a vaga, foi assim oh, vapt-vupt. Nem tempo tive pra me acostumar com a idéia.
Ontem foi o primeiro dia de adaptação, então lá fomos nós (eu e bebezuco) passar duas horinhas na creche pra ele ir conhecendo as “tias”, os amiguinhos, o espaço… e, claro, fazer um test drive no cardápio de terça-feira 😉
Ontem, fiquei o tempo todo com ele e foi tudo mil maravilhas. Primeiro ele começou tímido, agarrado no meu pescoço, mas aos poucos foi se soltando e fofamente explorando o baby’s room. Até liberou um sorriso aqui outro ali, que derreteram os corações das tias – good boy.
Na hora do rango, foi só alegria, o cardápio super nutritivo e variado foi aprovadíssimo pelo pequeno.
Mas não vamos cantar vitória antes do tempo… Na sexta iremos novamente e dessa vez deixarei o pequeno lá por uns 10 minutos pra ver qual é. A gente chega, eu fico uma meia horinha, dou uma volta no quarteirão e volto.
A beleza é que o big brother Vivi fica na salinha ao lado, no Kinder Room e tem “livre”acesso ao pequeno, então pode dar uma mãozinha no caso do bebê se sentir abandonado. Poxa, ter o irmão por perto é um luxo que o Vivi obviamente não teve quando foi sua vez.
Mas vamos devagar, porque meu coração de mãe está muito apertado. Infelizmente nessa vida a gente precisa fazer escolhas – alguma muito difíceis – e tive que decidir apresentar o pequeno à creche antes do desejado porque preciso de tempo pra colocar em andamento o projeto que, dando certo, me permitirá trabalhar e passar mais tempo com a família.
Aguardem os próximos capítulos 😉