e na saida do aeroporto…

Continuando nossa saga, na saido do aeroporto fomos atras de um meio de transporte que nos levasse pra casa com nossa duzia de malas. Sorte nossa, a Australia eh terra de gente muito simpatica e prestativa. Encontramos no balcao de informacao duas senhoras fofas que nos deram o caminho da mina (e ainda nos ajudaram a empurrar nossa bagagem): disseram pra falarmos com o motorista do onibus e ver se ele nos levaria ao nosso destino, jah que o taxi sairia uma fortuna.
****Enquanto eu esperava o desfecho, um simpatico australiano cumpriu seu papel de bom vizinho e puxou papo, o que ajudou a passar o tempo.****
Finalmente, nao deu outra, saimos do aeroporto de onibus, com mala e cuia e o simpatico motorista alterou sua rota e nos deixou na esquina de casa. Melhor que isso? Pagamos a bagatela de 40 dolares australianos w/o tip! Isso mesmo!!! Aqui, ao contrario dos EUA, nao se paga 15 as vezes 20% de gorjeta. Nao soh nao eh esperado que voce pague a mais, como, se voce quiser dar o famoso “agrado” pro garcon, por exemplo, nao existe uma porcentagem pre-estabelecida. Isn’t that perfect???
Pra completar a trupe gente-boa que encontramos right away, conhecemos no onibus uma nativa!!! Uma verdadeira australiana, descendente de aborigenes :), coisa rara por aqui. O que mais tem em Melbourne eh estrangeiro, especialmente indianos (todo taxi ou seven-eleven tem um) e orientais em geral. Nossa amiga nativa foi super gente fina, nos deu varias dicas e inclusive deu as direcoes pro motorista do onibus nos deixar em casa. Fofa, neh?

(also to be continued)

welcome to our new place!

Apos mais de 30 horas de viagem, muita dor nas costas, cansaco e estresse, aqui estamos nos, diretamente de terras aussies, penando com a modesta jetleg de 13 horinhas inaugurando nosso novo blog.
Da viagem em si, nem podemos reclamar, jah que a Qantas nos pareceu beeeem melhor que American, United, Delta e afins. Pelo menos eles tratam os reles mortais da classe economica com mais dignidade =)
Poderia ateh dizer que a viagem foi tranquila, na medida do possivel, claro, jah que viajar com um bebe de um ano e meio, que nem dramin derruba (benadryl entao, faz cocegas!), nao eh como passar um dia no parque, isso eu garanto. Entretanto, o fato de termos ficado na primeira fileira (o que em tese seria vantajoso, jah que oferece mais espaco pras pernas) nos fez perder a possibilidade de, levantando os bracos dos assentos, ter espaco pro Vini, de fato, deitar. Resultado: pro povereto nao ter que dormir sentado, eu e Mauricio nos revezamos com ele no colo, o que fez da minha viagem, horas infinitas de insonia. Pra completar a delicia de passar horas sentada, sem ir ao banheiro (sim, porque eu nunca visitei e nem pretendo visitar banheiro de aviao… soh a ideia jah me deixa claustrofobica! foram 24 horas xixi-free), quando faltavam apenas 30 minutos pra chegarmos ao nosso tao esperado destino, uma forte neblina nos impediu de descer. Demos meia-volta em direcao a Sidney, onde ficamos por mais de uma hora dentro do aviao ateh que finalmente tomamos o caminho da roca e uma hora depois estavamos em Melbourne.
So far so good, estavamos em parte aliviados com o fim da viagem e ao mesmo tempo, apavorados com o que fariamos com todas as nossas 7 malas de proporcoes gigantescas, somadas as nada singelas 3 malas de mao, malinha do laptop, bolsa, carrinho do bebe, car seat e o proprio bebe. Sem brincadeira, dava ulcera soh em pensar na quantidade de coisas que tinhamos pra carregar.
Uma vez que conseguimos juntar todas as nossas tralhas, empilhamos tudo em dois carrinhos, exceto o bebe, claro :0) e tentamos ir em diracao a saida, mas… no meio do caminho tinha um labrador, tinha um labrador no meio do caminho. E esse labrador cismou com o Mauricio. Ou serah que o cara que conduzia o labrador cismou com o Mauricio?
O que eu sei eh que fomos delicadamente conduzidos ao um interrogatorio, porque aparentemente o simpatico cachorrinho, que nunca se engana, cheirou algo bem especifico no meu marido como alegou o interrogador(e que fique bem claro que estamos aqui falando do Mauricinho, que nao fuma nem cigarro, nao bebe nem wiskey, nao cheira nem rapeh, nao injeta nem benzetacil em caso de gripe). Obviamente nada foi encontrado, nada que comprovasse a suspeita do cachorro sobre nosso bom menino. O cachorro e seu condutor ficaram com cara de tacho, o interrogador, apesar de nao ter se desculpado, nao foi rude e nos liberou. E nos seguimos nosso caminho da roca, empurrando dois carrinhos super lotados de malas pesadissimas mais um bebe no stroller.

(to be continued)